Trust Bayo Ergonomic Wireless Mouse – um rato a pensar no seu pulso

Trust Bayo

Para quem passe muito tempo em frente do computador, ter um setup ergonómico é certamente algo importante. Isto pode ajudar a aliviar algumas dores que podem ocorrer do uso prolongado do computador, enquanto ajuda também a manter a produtividade.

Esta oferta da Trust foca-se exatamente nisso. O Trust Bayo Wireless Ergonomioc Mouse trata-se de um rato focado para quem pretenda evitar as tradicionais dores do uso dos ratos convencionais.

Este rato é recomendado, sobretudo, para utilizadores que tenham problemas com o pulso ou a mão, nomeadamente problemas associados com a repetição de movimentos, ou para quem pretenda um meio de trabalho por longos períodos de tempo mais cómodo – e sem gastar muito para tal.

> Unboxing

A caixa onde o Trust Bayo se encontra é bastante simples, mas apresenta em detalhe o mesmo com uma imagem frontal, juntamente com o tema de cores da Trust – em vermelho e branco. É também possível verificar-se na caixa a existência da pequena tira LED RGB que se encontra na lateral do mesmo.

Trust bayo caixa

A caixa apresenta ainda as tradicionais características do modelo e algumas das suas funcionalidades, como seria de esperar. Já no interior, encontramos o rato, juntamente com um cabo USB e o manual de instruções.

interior da caixa trust bayo

> Design e especificações

Numa primeira vista, quem nunca tenha estado com um rato ergonómico em frente, pode ficar surpreendido com o formato do mesmo. Ao contrário dos ratos tradicionais, este conta com um corpo mais alongado, feito exatamente para que o utilizador o agarre invés de ser apenas assente pela mão.

estrutura trust bayo

A estrutura tem o seu corpo alongado e com um ângulo de 45º, que permite à mão manter uma posição natural – e que será a principal vantagem face aos ratos tradicionais.

O Trust Bayo conta com um sensor ótico que pode atingir os 2400 DPI, no entanto, os utilizadores podem configurar entre diferentes formados: 800, 1200, 1600, 2000 e 2400 dpi. Apesar de este sensor ser mais do que suficiente para o uso em casa ou no escritório, os 2400 dpi podem ser algo distantes das necessidades dos gamers. No entanto, o foco principal do mesmo não será certamente este público.

Botões trust bayo

A estrutura conta com seis botões, os quais possuem as suas próprias funcionalidades: botão de clique direito e esquerdo, botão para avançar e retroceder, uma roda/clique central, botão de DPI e o botão para ligar e desligar o rato/RGB.

inferior do trust bayo

A ligação com o computador é feita via wireless a 2.4GHz, com a ajuda de um recetor USB-A que se encontra na parte inferior do rato – bem armazenado para evitar perdas. Este é suportado em praticamente todos os sistemas operativos, sem a necessidade de drivers adicionais – o nosso teste foi realizado sobre o Windows 11 e a instalação demorou apenas alguns segundos.

faixa led trust bayo

O rato conta ainda com uma pequena iluminação LED, que lhe dá um aspeto mais “gaming” – obviamente, à custa de um pouco mais de bateria. Felizmente, os utilizadores podem optar por ligar o rato com o modo LED ligado ou não, portanto será uma escolha de cada um.

No interior do mesmo encontra-se ainda uma bateria, que segundo a Trust, será de 400 mAh. O carregamento pode ser feito pela porta USB-C que se encontra na estrutura. Quando o rato não se encontra em uso, este entra em modo stand-by, onde o sensor e o RGB são desligados.

> Utilização no dia a dia

O foco deste rato será o ergonómico, portanto temos de responder à questão de como ele realmente se usa. Conforme tinha sido visto no design, a estrutura encontra-se na vertical com uma pequena curvatura em 45º, onde a mão do utilizador deve “agarrar” o mesmo numa posição mais natural.

Algo que os utilizadores devem notar logo a partir do primeiro minuto será que o Trust Bayo é extremamente leve e simples de usar. Os movimentos são fluidos e é possível usar o mesmo sem ter de se andar a levantar do tapete para o rato.

Mesmo sendo ergonómico, que permite ter uma melhor aderência sobre a mão, a estrutura é algo lisa, o que pode acabar por ser um problema para quem transpire das mãos com regularidade. Ainda assim, não verificamos nenhum problema mesmo em usos mais intensivos ao longo do dia.

Outro ponto a ter em conta será que o Trust Bayo pode não se adaptar a todo o género de mãos. Para quem tenha mãos com um tamanho médio ou pequeno, a estrutura adapta-se perfeitamente à localização dos botões e dos dedos. No entanto, para quem tenham mãos maiores ou dedos mais alongados, pode não ser tão confortável de usar.

Mão no rato

trust bayo botões

De ter em conta também os botões laterais da estrutura (de avançar e retroceder) que podem não estar rapidamente acessíveis para quem tenha mãos maiores. O dedo mindinho também possui a tendência a andar a raspar sobre o tapete do rato, na parte inferior.

dedo raspar parte inferior

Uma curiosidade será que, apesar de não existir uma indicação clara sobre o manual, o LED pode servir também para indicar o DPI que se encontra configurado sobre o rato. Quando se pressiona o botão central para controlar o DPI, o LED vai piscar dependendo da configuração: uma vez para 800 dpi, duas para 1200 dpi, três para 1600 dpi, quatro para 2000 dpi e cinco vezes para 2400 dpi.

O rato também pode ser usado enquanto se encontra em carregamento. Este apresenta um LED azul quando se encontra neste modo, mas pode continuar a usar o mesmo como um rato tradicional – embora ainda tenha de manter o recetor ligado no sistema.

Curiosamente, esta informação não se encontra no manual ou nas fontes que verificamos sobre o site da Trust, o que pode ser algo importante de ter em conta na altura de configurar o mesmo.

> Resumo

Isto é, basicamente, tudo o que pode ser dito sobre o Trust Bayo: um rato para quem passe longos períodos de tempo em frente do computador ou tenha algum problema com o uso de ratos tradicionais, que fornece o que se espera e a um bom preço.

rato trust bayo

Não existe como negar que a ergonomia do mesmo é bastante importante, e nota-se bem que o Bayo atinge as expectativas. Possui um foco para uso mais no escritório ou em formato doméstico, para aplicações de Office e Internet. Não o recomendamos para jogos ou trabalhos onde a necessidade de precisão é importante – como em trabalhos CAD ou de desenho.

Como ponto negativo existe a questão de a estrutura estar adaptada apenas para uso com a mão direita. Não existe, para já, uma versão do Bayo para esquerdinos. Também não existe um software de configuração, tanto para o RGB como para os botões laterais. Seria interessante poder alterar a configuração do RGB ou das ações que podem ser realizadas com os botões existentes na estrutura, para além das “padrão”.

Se está a pensar comprar este modelo, recomendamos que teste o mesmo para verificar se as suas mãos se adequam à estrutura. No entanto, para tudo o resto, é certamente uma escolha recomendada.

4 estrelas

TugaTech aprovado

Os interessados poderão adquirir o Trust Bayo a partir da Amazon de Espanha.

O TugaTech agradece à Trust o fornecimento do material para teste deste artigo.

A review foi realizada de forma independente pelo TugaTech.

Trust Gaming GXT 863 Mazz – Teclado gaming em controlo de custos

Trust Gaming GXT 863 Mazz

O mercado gaming é bastante vasto, e tanto encontramos produtos que podem custar uma nota pesada como também temos o espetro do mercado de entrada, para quem pretenda algo para o dia a dia, mas com orçamentos mais reduzidos – ou até focados noutras áreas mais importantes.

Em qualquer lado onde se encontre, o teclado é algo fundamental para ser usado. E hoje vamos analisar uma das mais recentes aposta da Trust, com o Trust Gaming GXT 863 Mazz.

Este teclado foca-se em que pretenda dar os primeiros passos no mercado gaming, ou até em melhorar as suas configurações de um teclado de membrana para um teclado mecânico, e tenha em conta o preço. E é aqui que entra o GTX 863.

> Design

A nível de design, o Trust Gaming GXT 863 Mazz segue a tendência que se encontra em outros teclados gaming no mercado. A sua estrutura de plástico demonstra rapidamente que é um teclado barato, e isso nota-se também com o toque do mesmo.

A estrutura possui uma certa flexibilidade, até mesmo sobre pouco esforço para tal. Algo que também se pode dever ao facto de o teclado ser extremamente leve, com pouco mais de 730 gramas no total. Não parece existir nenhuma estrutura interna que suporte o mesmo.

Teclas no Trust teclado

As teclas possuem uma textura brilhante, que normalmente tende a atrair sujidade com o passar do tempo, e o tipo de letra usado também é diferente do convencional, o que pode levar algum tempo para habituação para quem esteja habituado a outros teclados.

O tipo de letra usado para cada tecla é também um pouco difícil de ser visível durante a escrita, algo que pode ser um problema para quem tenha a tendência de olhar para o teclado durante o processo.

teclas do teclado

A estrutura possui ainda dois pés que podem ser usados para elevar um pouco o teclado, que dependerá do gosto de escrita de cada um. Não existe um repouso para o pulso.

pés do teclado mais elevado

Quando os LEDs se encontram ligados, o teclado demonstra o seu espírito “gaming” em mais destaque, embora o brilho dos mesmos seja algo reduzida. Ainda assim, faz o que promete.

Teclado com led ligado

A nível de ligação, o teclado faz uso de um cabo USB-A simples, que não se encontra protegido nem revestido, e claramente demonstra o seu estilo “plástico”. Não será de todo um problema, mas certamente que se sente o que se paga.

> Desempenho em geral

Apesar do preço reduzido do teclado, este é inteiramente mecânico, contando com switch red (Outemu Red), que permitem uma vasta melhoria face aos teclados de membrana. As switchs são suaves e bastante responsivas ao toque, o que será bom para quem pretenda rapidez em jogos ou tende a escrever rápido.

As switch encontram-se testadas para 50 milhões de toques, o que as torna bastante comparáveis às Cherry MX Reds em termos de durabilidade. No entanto, será importante notar que estas switchs são clones da Cherry MX Reds, e portanto não serão inteiramente idênticas às originais.

switch do teclado

Ainda assim, desempenham bem a sua tarefa, sobretudo para jogos de FPS ou de ação rápida. Existem ainda outras funcionalidades extra, como o bloqueio da tecla Win e o anti-ghosting.

No teclado é possível ainda encontrar alguns controlos e atalhos rápidos, que podem ser usados pela tecla FN. Entre estes encontra-se o controlo multimédia, acesso rápido à calculadora, Explorador de Ficheiros, entre outros. Uma adição bem vinda também para quem pretenda o teclado para produtividade.

As teclas são totalmente substituíveis e compatíveis com outras do formato Chery MX, portanto será possível de usar alguma personalização nesse sentido. E será também útil para substituir as mesmas quando, eventualmente, se danificarem.

> LEDs.. e algumas faltas

Apesar de o teclado em si ser relativamente bom para o preço, existem algumas claras falhas – que podem ser desculpadas se tivermos em conta o mercado deste género de produtos.

Em primeiro lugar, não existe nenhum controlo via software do teclado. Todas as opções de configuração são feitas usando as teclas presentes no mesmo – o que inclui a alteração das animações dos LEDs, do brilho, etc.

Face a isto, também não existe uma grande personalização possível para os LEDs. Os utilizadores podem escolher de 14 efeitos diferentes, mas os LEDs possuem cores fixas.

Cada linha de teclas possui a sua própria cor, não sendo verdadeiramente RGB em cada switch por exemplo. Este será um dos pontos negativos se tivermos em comparação outros teclados gaming mais caros, como é o caso dos dispositivos da Razer ou GSkill.

Os efeitos dos LEDs podem ser alterados usando a tecla do Scroll Lock, e diferem desde a respiração, efeito onda, aleatório e alguns mais personalizados, como os efeitos de toque.

LEDs do teclado

Infelizmente os LEDs possuem uma luminosidade reduzida. Se estivermos em ambientes escuros, o teclado é agradável à vista, mas rapidamente se verifica que a luz emitida pelos LEDs é bastante baixa – ainda mais se o teclado for usado num ambiente com mais luz em redor.

> Conclusão

O Trust Gaming GXT 863 Mazz é um excelente teclado para quem procura uma solução barata de entrar no mercado gaming. Fornece todas as características que poderiam pedir de um teclado deste género e pelo preço a que se encontra.

Não será certamente um dos teclados mais avançados que existem no mercado, e possui as suas falhas, mas será uma excelente opção para quem tenha um teclado de membrana e pretenda entrar no mundo dos teclados mecânicos. Não se pode negar que o preço final é um dos seus principais atrativos.

Infelizmente peca por não contar com software adicional de controlo, ou atalhos dedicados sem o uso da tecla FN. Os LEDs são também outro ponto negativo, visto não serem verdadeiramente RGB e terem um brilho bastante reduzido.

No entanto, será ainda assim um bom teclado que certamente o TugaTech recomenda.

Aprovado pela TugaTech

Disclaimer: O TugaTech gostaria de agradecer à Trust pelo fornecimento do hardware para review. Esta análise foi realizada seguindo todas as categorias de teste do TugaTech, não tendo sido fornecida qualquer compensação monetária ou aprovação prévia da empresa sobre os resultados finais.

Oppo Find X3 Pro – o melhor smartphone premium a ter no mercado

Oppo find x3 pro

A Oppo é uma das empresas que tem vindo a crescer consideravelmente no mercado durante os últimos tempos. Apesar de ter começado como uma alternativa relativamente relacionada com a OnePlus, tem vindo a demarcar-se desta com excelentes produtos.

E a comprovar isso mesmo encontra-se o mais recente dispositivo da empresa: o Find X3 Pro. Este novo smartphone da Oppo pretende ser o pico da empresa em criar um smartphone de excelente qualidade, capaz de combater com os “pesos pesados” no mercado.

O Find X3 Pro conta com um design que se demarca logo à partida. A estrutura traseira possui um tom espelhado, que apesar de ser um atrativo para as tradicionais “marcas” dos dedos, acaba por criar um excelente efeito visual. Efeito esse que combina com o modulo da câmara: que temos de dizer ficamos impressionados pelo efeito criado.

oppo find x3 pro

Ao contrário da maioria dos smartphones no mercado, que possuem os seus módulos das câmaras em destaque e relativamente diferentes da estrutura restante do dispositivo, o Find X3 Pro tenta criar um efeito subtil de elevação, onde a estrutura parece fundir-se suavemente com as lentes.

modulo câmara oppo find x3 pro

Toda a parte traseira do dispositivo é um único material – não existe separação entre o modulo das câmaras e a traseira. E o resultado final é substancialmente apelativo aos olhos.

Devido a usar um painel suave na parte traseira, com bordas arredondadas em toda a sua estrutura, isto torna o dispositivo consideravelmente confortável de usar. Não existem ângulos retos que possam prejudicar a forma como se agarra no mesmo, e ao mesmo tempo as bordas curvas permitem adaptar-se melhor ao contorno das mãos.

Na parte frontal encontramos um ecrã de 6.7 polegadas OLED, com uma resolução de 1440p e uma taxa de atualização de 120Hz, com a câmara no tradicional “hole-punch” para selfies no canto superior.

O ecrã conta ainda com suporte a 10-bit de cores, o que teoricamente permite ao Find X3 Pro capturar e apresentar mais de mil milhões de cores diferentes, ao contrário das “apenas” 16.7 milhões dos smartphones regulares.

oppo frontal find x3

inferior oppo find x3 pro

No uso do dia a dia, e a menos que o utilizador seja alguém treinado a ver conteúdos sem 10-bit, a diferença não deverá ser notável. No entanto, comparativamente a outros smartphones, nota-se uma maior clareza nas imagens e nas cores reproduzidas pelo ecrã, até mesmo sobre a forte incidência da luz solar. Seja como for, é bom de se ter essa capacidade.

Além disso, ainda mais importante será que o Find X3 Pro não permite apenas apresentar as imagens em 10-bit, mas também capturar as mesmas pelas câmaras do dispositivo – portanto não perde nada seja a capturar conteúdos ou a visualizar.

app tugatech find x3 pro

Falando das câmaras, será difícil de não apreciar as existentes no Find X3 Pro. Este modelo possui um respeitável sistema de câmaras, que deverão ser capazes de capturar conteúdos de extrema qualidade em qualquer ambiente.

A câmara principal e a ultra-wide conta com um sensor de 50 MP Sony IMX 766, que apesar de não ser um dos mais avançados no mercado, é capaz de capturar excelentes conteúdos. O facto de usar o mesmo sensor tanto na câmara principal como na ultra-wide permite alargar as possibilidades para os conteúdos capturados, sem perda de qualidade.

Do conjunto encontra-se ainda uma lente teleobjetiva com zoom ótico hibrido até 5 vezes (digital até 20 vezes) e um sensor de 13MP. Apesar de a qualidade deste sensor ser inferior ao dos restantes, ainda assim permite capturar conteúdos de boa qualidade e com bom contraste e HDR, embora seja visível o granulado nas fotos sobre determinadas condições de menos luminosidade.

lente microscopica oppo find x3

Mas o mais curioso deste dispositivo encontra-se no último sensor que possui: literalmente, uma câmara microscópica (conhecida como microlente). O Find X3 Pro conta com um sensor de 3 MP que é capaz de ampliar qualquer objeto com um zoom de até 60 vezes, obtendo um efeito engraçado para ver bem de perto itens do dia a dia. Esta lente até possui um pequeno “ring light” em torno da câmara, que permite iluminar o objeto a ser visto mais facilmente – e que de outra forma estariam escurecidos pela própria sombra do Find X3 Pro.

find x3 pro lente microscopica

Sem dúvida que a câmara microscópica é algo bastante interessante de se ter num smartphone, e algo único no mercado. No entanto, a sua utilidade será algo discutível – pode criar algumas imagens interessantes de serem partilhadas, mas não será algo que se veja a usar no dia a dia… a menos que tenha um conteúdo bastante específico que pretenda capturar.

zoom 60 vezes find x3 pro

A câmara de selfie conta com um sensor de 32MP, que permite obter imagens de qualidade e bem detalhadas, embora a sua qualidade final em ambientes de pouca luz seja um pouco abaixo do esperado.

câmara selfie find x3 pro

Quanto ao nível de desempenho, como seria de esperar num smartphone desta categoria, o Find X3 Pro conta com o mais recente Qualcomm Snapdragon 888, que fornece o melhor desempenho possível no mercado. No interior do mesmo encontram-se ainda uma bateria de 4500 mAh, sendo que o sistema usado será o ColorOS – e o qual apresenta-se bastante completo e com uma excelente fluidez.

Os testes de benchmark falam por si, sendo que o Find X3 Pro é capaz de obter desempenho acima da média e adaptado para qualquer género de jogo e aplicação – mesmo os mais pesados.

benchmark find x3 pro

benchmark find x3 pro

Também a nível do teste do sistema de Inteligência Artificial do processador verificamos que o Snapdragon 888 continua a obter excelentes resultados.

teste ai find x3 pro

Para finalizar, no teste de desempenho ao longo do tempo, o dispositivo foi capaz de aguentar o stress test de 15 minutos, mantendo uma temperatura relativamente aceitável e limitando apenas a 89% do desempenho total do processador devido a esta.

stress test find x3 pro

A nível da autonomia da bateria, os 4500 mAh são capazes de oferecer uma autonomia de aproximadamente um dia  e meio de uso regular ou um dia de uso mais intensivo – o que seria de esperar.

No entanto, o Find X3 Pro conta com um sistema de carregamento rápido de 65W por cabo, com o carregador incluído na caixa, e que permite atingir os 0 a 40% da capacidade da bateria em apenas dez minutos. Possui ainda o sistema de carregamento sem fios em 30W que a Oppo afirma atingir os 0 a 100% em 80 minutos – no entanto é necessário um carregador proprietário da empresa, que infelizmente não foi possível testar na nossa review.

> Conclusão

Como seria de esperar, o Find X3 Pro da Oppo veio certamente arrasar o mercado, colocando um dispositivo premium capaz para qualquer atividade do dia a dia, com um excelente conjunto de funcionalidades. Para os amantes da fotografia, os sensores principais são capazes de obter fotos e vídeos de excelente qualidade final, tanto em ambientes com muita ou pouca luz.

A câmara de telefoto, no entanto, poderia ser melhorada para permitir a captura de conteúdos com uma qualidade superior, sendo que não a recomendamos para uso em ambientes de pouca luz.

Por fim, a câmara microscópica pode ser vista como um “extra interessante”, que é capaz de impressionar numa primeira vista, mas possivelmente será pouco usada no dia a dia.

Face a isto, deixamos a classificação do Oppo Find X3 Pro com a “Escolha Ouro” na nossa escala.

escolha ouro

Deixamos igualmente o agradecimento à Oppo pelo fornecimento do dispositivo para a review.

A análise foi realizada sem qualquer compensação para ambas as partes, sendo todos os pontos indicados da opinião direta por parte do TugaTech.

Asus Zenfone 7 Pro – smartphone perfeito para vloggers e profissionais

Asus Zenfone 7 Pro

Para tentar reduzir ao máximo as margens dos ecrãs em smartphones, muitos fabricantes implementam sistemas diferentes para as câmaras e sensores frontais, uns melhores do que os outros.

No entanto, a Asus parece ter acertado com a sua linha do ZenFone, ao criar um mecanismo de câmara “flip”. E com o ZenFone 7 Pro isso não é exceção, sendo que é exatamente esse sistema que vamos hoje fazer o review no TugaTech.

> Especificações

Antes de avançarmos para os detalhes, importa analisar exatamente o que se encontra no ZenFone 7 Pro, pois este modelo não oferece apenas um sistema de câmaras bonito, mas também um design atrativo e um desempenho premium.

Este modelo conta-a com um ecrã de 6.67 polegadas FHD+, com tecnologia AMOLED, e uma taxa de atualização de 90Hz. Junta-se ainda o facto que o ecrã cobre 92% de toda a estrutura.

No interior encontra-se um processador Qualcomm Snapdragon 865+ a 3.1GHz de clock, juntamente com 8GB de memória RAM e 256GB de armazenamento interno em UFS 3.1 – com suporte também para cartões microSD até 2TB. Destaca-se ainda a bateria de 5000 mAh com suporte para carregamento rápido em 30W.

câmara traseira zenfone 7 pro

A nível das câmaras, o sensor principal de 64 MP complementa-se ainda com uma lente telefoto com zoom de 3 vezes e um sensor de 8 MP, bem como uma última lente ultra-wide de 12MP.

Por fim, encontra-se ainda o sistema Android 10 com a interface ZenUI 7 da Asus.

> Design

Ao olhar uma primeira vez para o ZenFone 7 este não apresenta grandes impactos a nível do design. Apenas se destaca o modulo da câmara no centro da estrutura traseira, o que é bem conhecido desta linha, mas de resto não existem grandes destaque a dar.

A principal diferença encontra-se quando se pega no mesmo, e nota-se claramente que foi necessário fazer alguns sacrifícios para colocar uma bateria de elevada capacidade no seu interior, bem como todo o mecanismo da câmara. A estrutura é algo grosa e um pouco pesada, mas no final nada que seja consideravelmente preocupante.

Design zenfone 7 pro

zenfone 7 entrada usb

zenfone 7 pro

A parte traseira é composta por vidro, o qual não se revela escorregadio, mas acaba por deixar visível as tradicionais “dedadas” – o que pode ser agravado pelo facto que a unidade de teste que recebemos será o modelo de cores mais escuras.

Existe também um ponto negativo em usar um mecanismo de câmaras “flip”, já que o ZenFone 7 Pro perde a proteção contra água, algo que num smartphone desta categoria seria considerado uma boa adição. Ainda assim, será um compromisso para se obter o sistema de câmaras flip – que na nossa opinião, é um bom intermédio.

Nas laterais encontramos os tradicionais botões de volume e energia, sendo que este é igualmente usado como sensor de impressões digitais. Por esta altura gostaríamos de ter visto um sensor de impressões digitais integrado no ecrã, no entanto continua a ser de rápido acesso.

ecrã zenfone 7 pro

A nível do ecrã, a tecnologia AMOLED permite que este ofereça cores vivas e realistas, além de que os 90Hz também garantem uma boa fluidez do sistema em geral. O brilho conjugado com as cores realistas do ecrã permite que este seja uma boa aposta também para ver filmes ou séries sem problemas. Além disso, conta ainda com a proteção do Gorilla Glass 6.

ecrã zenfone 7 pro

A diferença dos 60Hz para os 90 Hz realmente sente-se durante o uso do sistema, o que resulta numa melhor experiência de uso em geral – com o pequeno compromisso que vai gastar mais bateria, mas os 5000 mAh são mais do que suficientes para acomodar isso mesmo.

Por fim, destaca-se ainda o conjunto de altifalantes estéreo na parte frontal, que fornecem uma excelente qualidade mesmo em volumes mais elevados.

> Desempenho

Como se pode verificar nas especificações, o ZenFone 7 Pro conta com componentes premium, focados para um mercado de dispositivos topo de gama, e isso comprova-se também no desempenho. O Snapdragon 865 Plus é mais do que adequado para praticamente qualquer tarefa que seja colocada no mesmo – seja de uso regular no dia a dia ou para jogos.

Os resultados do Antutu também revelam isso mesmo, obtendo uma boa pontuação em geral e o que seria de esperar para o Snapdragon 865 Plus.

Como comparação, testamos igualmente o Asus ROG Phone 3, sendo que se pode verificar as diferenças em desempenho entre os dois modelos – com o Zenfone 7 Pro a atingir 616385 pontos no total.

asus zenfone 7 pro benchmark

Em jogos não verificamos qualquer falha, sendo que mesmo em títulos mais pesados o sistema é capaz de aguentar sem qualquer problema e em qualidade elevada. Não sentimos qualquer género de problema também durante longas sessões de jogo, embora o dispositivo tenda a aquecer um pouco – o que pode levar à redução do desempenho do processador durante longas sessões.

Os 8GB de memória RAM são também mais do que suficientes para qualquer género de tarefa, e o armazenamento expansível por microSD é uma boa adição – sobretudo tendo em conta que o grande foco do dispositivo será a captura de fotos e vídeos.

A bateria é outro ponto forte do ZenFone 7 Pro. Os 5000 mAh permitem obter uma excelente autonomia em geral, e não terá qualquer dificuldade em usar o mesmo durante um dia inteiro sem precisar de carregamento – mas se for preciso, o carregamento rápido em 30W ajuda a realizar isso bastante rápido.

Em média conseguimos obter cerca de 6 horas de SoT com um uso regular, sendo que este valor cai um pouco se incluirmos na equação jogos – cerca de 4 horas de SoT, dependendo do uso.

> Câmaras

Chegamos à parte mais antecipada de analisar: as câmaras. Este é um dos pontos fortes do Zenfone 7 Pro, e com razão. O sistema de câmaras segue a tendência que se tinha verificado no modelo anterior, colocando as mesmas sobre um sistema flip, que podem servir tanto para capturas de conteúdos na traseira como para selfies.

câmara zenfone 7 pro

O uso das mesmas câmaras principais para as duas situações permite contornar um problema muitas vezes comum em vários smartphones, onde as câmaras frontais acabam por ter menos qualidade nos conteúdos capturas. Isso elimina-se com o uso do sistema da Asus.

câmara flip zenfone 7 pro

A Asus refere que o novo motor que aciona as câmaras permite pelo menos 200.000 atuações, o que corresponde a abrir o mesmo 110 vezes, todos os dias, durante cinco anos – o que é consideravelmente superior ao que muitos realizam, portanto não deverá ser problema. Este é ainda 40% mais pequeno do que o motor existente na geração anterior do ZenFone 6.

No final, o conjunto de câmaras disponíveis permitem capturar tanto vídeos como fotos de excelente qualidade, com cores vivas e grande detalhe. Obviamente, essa qualidade aplica-se também para selfies – e vai certamente agradar aos criadores de conteúdos usar esta câmara para capturar também selfies de extrema qualidade. A lente telefoto foi outra melhoria considerável sentida face ao modelo da geração anterior.

> Conclusão

Depois de se analisar todos os detalhes sobre o ZenFone 7 Pro da Asus, chega-se à conclusão. E na nossa opinião, este é um excelente smartphone. O sistema de flip das câmaras pode parecer meio “estranho” à partida, mas o benefício de ter o mesmo conjunto de câmaras tanto para fotos regulares como selfies é uma grande valia, e sobretudo útil para fotógrafos e criadores de conteúdos.

A qualidade dos conteúdos capturados é outro ponto a favor, tanto em vídeo como em fotos regulares. O único ponto negativo encontra-se a nível da falta de IP68, mas mesmo este será algo que se pode perdoar tendo em conta o benefício final que se obtêm de ter o sistema flip.

Obviamente, o desempenho geral do sistema também é importante, e aqui o ZenFone 7 Pro continua a brilhar, com bom desempenho em jogos e uma autonomia excelente.

Asus ROG Phone 3 – Desempenho puro num design que respira gaming

Asus ROG Phone 3

Quando falamos do mercado gaming, a Asus é provavelmente uma das marcas que mais se destaca no mesmo. Desde placas gráficas a motherboards, o nome é bem conhecido por fornecer componentes de qualidade e de extremo desempenho – portanto não será de admirar que a empresa eleve também esta fasquia no seu mercado de smartphones.

O Asus ROG Phone 3 é a aposta da empresa para isso mesmo, conjugando hardware de topo para um desempenho formidável e para quem procura manter-se ativo em qualquer lugar. Mas será que o ROG Phone 3 atinge o que se espera para este mercado?

É exatamente isso que vamos analisar.

> Especificações

Para começar, é importante verificar o hardware, que no ROG Phone 3 não desilude. Este contra com um ecrã de 6.59 polegadas AMOLED e uma resolução de 1080p, com taxas de atualização até 144Hz, um processador Snapdragon 865+, 12 ou 16 GB de memória RAM, até 512 GB de armazenamento interno em UFS 3.1, juntando ainda uma bateria de 6,000 mAh.

A nível das câmaras, na parte traseira encontram-se um sensor principal de 64MP, acompanhado por uma lente ultrawide de 13MP e uma lente macro de 5MP. Na parte frontal encontra-se um sensor de 24MP para selfies.

Destaca-se ainda o uso do Android 10, com a tradicional skin da Asus para a interface do sistema.

> Design e caixa

Se existe algo que o design do ROG Phone 3 faz passar é exatamente a sua agressividade – um componente que é bem vindo para quem gosta da estética do mercado gaming. No entanto, a Asus conseguiu colocar o design do seu dispositivo num intermédio de uso para o dia a dia, com toques mais “gamer” quando é necessário.

asus rog phone 3 traseira

Na parte traseira encontramos o logo da Asus ROG, o qual conta com iluminação RGB totalmente personalizável. A traseira em vidro também permite ver um pouco do sistema de arrefecimento no interior do dispositivo, bem como o modulo da câmara na parte superior da mesma – embora as “dedadas” sejam inevitáveis neste género de material.

câmara asus rog phone 3

O módulo da câmara enquadra-se bem no resto do design do dispositivo, com linhas retas e num formato horizontal. Os LEDs Flash encontra-se na lateral da mesma.

ecrã frontal rog phone 3 asus

Na parte frontal encontramos então o ecrã de 6.59 polegadas, que apesar de limitar a resolução a 1080p, ainda assim consegue apresentar imagens nítidas e com cores vivas – além de que os 144Hz são verdadeiramente visíveis durante o uso do dispositivo. O salto de 60Hz para 90Hz nota-se logo a partir do momento que se abre uma aplicação no dispositivo, sendo que o salto a partir dai para os 144Hz é um pouco mais reduzido, mas ainda assim apreciado sobretudo para jogos.

Algo que se repara numa altura em que os smartphones tendem a ter bordas cada vez mais reduzidas é como estas são algo “grandes” no ROG Phone 3. No entanto, não seria de esperar outra coisa num smartphone que grita “gaming” em todos os cantos.

Na parte superior e inferior do dispositivo encontram-se ainda os altifalantes stereo, que fornecem um som envolvente. Na verdade, este é exatamente um dos pontos de vantagem do ROG Phone 3, já que os seus dois altifalantes frontais fornecem não apenas um som envolvente mas de qualidade acima da média. E para o que importa, na parte frontal encontra-se ainda um pequeno LED de notificações – um toque que nem todos os smartphones possuem hoje em dia.

ROG airtrigers asus phone

Na lateral da estrutura podemos encontrar dois entalhes com a marca “ROG”, que correspondem aos AirTriggers. Estes são sensores de pressão que podem ser usados como botões em diversos jogos, e que podem ser totalmente personalizados para o uso que se pretenda.

Encontra-se ainda na estrutura duas entradas USB (sim, duas!), sendo que uma será para o carregamento e transferência de dados, enquanto a segunda – na lateral da estrutura – serve sobretudo para interligar com os acessórios da Asus.

AeroActive Cooler 3

aeroactive cooler 3

Na caixa encontra-se ainda o AeroActive Cooler 3, um pequeno cooler para o dispositivo que se pode ligar ao mesmo para melhor arrefecimento durante sessões de jogos prolongados. Este possui uma ventoinha integrada e adiciona ainda uma saída de headphones e uma entrada USB-C.

carregador asus rog phone

Finaliza-se com um carregador de 30W, um pequeno adaptador de USB-C para entrada de headphones e um cabo USB.

> Desempenho

Sendo o ROG Phone 3 focado para gamers, o desempenho é extremamente importante. Este conta com um Snapdragon 865+, que promete logo à partida um excelente desempenho final com os seus 3.1GHz de clock. A bateria de 6000 mAh promete também garantir uma excelente autonomia em geral.

Isto comprova-se claramente no resultado obtido sobre o Antutu, que supera qualquer outro smartphone da mesma categoria no mercado.

resultado antutu asus rog phone 3

No uso geral do dispositivo, praticamente qualquer jogo que seja colocado no mesmo será capaz de correr sem qualquer problema. O processador aguenta consideravelmente bem todas as tarefas, sendo que não verificamos nenhum género de lag ou falha no requisito do desempenho.

Um ponto a ter em conta será analisar também o desempenho ao longo do tempo, e conforme o sistema venha a aquecer – o que normalmente tende a reduzir o desempenho do processador. Mesmo nesta vertente, não verificamos nenhuma quebra de desempenho considerável que afete o uso em jogos.

> Software

O Android 10 usado no ROG Phone 3 vem com uma forte personalização por parte da Asus. Logo no momento que se arranca pela primeira vez o sistema, os utilizadores podem escolher se pretendem um look mais simples do sistema ou mais “agressivo” e focado no público gamer – ROG UI ou ZenUI.

Não existe muito “bloatware” instalado, sendo que no final encontra-se apenas uma parte dos programas essenciais para o uso do dispositivo e as suas configurações – como é o caso do software para controlar diretamente o RGB na parte traseira e o sistema de arrefecimento.

Gostaríamos de ter visto o sistema com o Android 11, sendo que a Asus abriu recentemente o programa Beta para o mesmo no ROG Phone 3, mas por enquanto ainda se encontra com a versão anterior estável.

A nível de autonomia, a bateria de 6000 mAh certamente que fornece uma boa capacidade, mas vai depender também consideravelmente do uso do sistema. Se o ecrã for configurado para 144Hz de forma permanente, verificamos que o consumo da bateria eleva-se drasticamente – com um SoT de aproximadamente 6 horas.

Isto pode ser contornado colocando o ecrã em 60Hz ou até 90Hz, o que garante já um período de tempo mais elevado, e sem problemas para durar durante um dia inteiro de uso regular. Em todo o caso, o carregamento de 30W permite carregar o dispositivo em tempo recorde.

> Câmaras

Tendo em conta que o foco do Asus ROG Phone 3 se encontra no desempenho puro, não será de estranhar que as câmaras não produzam propriamente os melhores resultados. Conseguimos capturar algumas imagens de boa qualidade, e sem dúvida aceitáveis, mas longe do que se compare com outros dispositivos no mercado.

Algumas imagens apresentam cores pouco vivas, ou com contraste e brilho fora do esperado (depende muito da iluminação ambiente). Ainda assim, com a iluminação certa, consegue-se obter bons resultados no final.

No final, captura conteúdos razoáveis e perfeitamente adaptados para locais como redes sociais, e sobre determinadas condições. Mas não o recomendaríamos como um smartphone de fotografia – nem seria o foco do mesmo de qualquer forma.

> Acessórios

Além de testarmos o ROG Phone 3, tivemos ainda possibilidade de experimentar alguns acessórios que estão disponíveis para o mesmo – e que podem ajudar os utilizadores que realmente pretendem colocar o seu jogo mobile no topo.

Para começar temos o ROG TwinView Dock 3, uma especia de “dock” que será extremamente útil em certas situações – como é o caso de quem pretenda manter duas apps abertas ao mesmo tempo. A ROG TwinView Dock 3 coloca um segundo ecrã de toque disponível para o utilizador – praticamente o mesmo que se encontra no smartphone.

Asus ROG TwinView dock

Este conta com 6.6 polegadas e uma taxa de atualização de 144Hz, AMOLED e com alguns botões extra também na interface. É uma excelente opção para jogos que suportem múltiplos ecrãs – o que, infelizmente, não são muitos no Android – mas também para quem pretenda realizar o streaming de conteúdos ou para chat, por exemplo.

Botões da ROT twinview

Tivemos ainda possibilidade de testar o ROG Kunai 3 Gamepad, um comando para melhorar a experiência de jogo no ROG Phone 3.

Este comando pode ser usado de forma individual ou usado em conjunto com o smartphone – num design que, a melhor comparação que se pode fazer, seria a colocar o dispositivo como a Nintendo Switch. No final oferecem uma melhor jogabilidade e permitem melhorar a experiência em geral.

ROG Kunai 3

Por fim temos a ROG Lighting Armor Case 3, uma capa que além de proteger o ROG Phone 3, conta ainda com um painel de LEDs que podem ser personalizados para dar ainda mais destaque ao dispositivo.

ROG Lightning armor

> Conclusão

Chegamos à parte onde respondemos à questão: compensa comprar o Asus ROG Phone 3?

Na nossa opinião, este é um smartphone focado a um público bastante especifico, sobretudo para quem leve o seu gaming mobile bastante a sério. O design mais “agressivo” enquadra-se bem para o público onde este se foca, e se pretende o melhor desempenho possível para jogos, sem dúvida que é uma excelente opção.

asus rog phone 3

Para os utilizadores que pretendam um smartphone focado mais no uso do dia a dia, o ROG Phone 3 infelizmente fica um pouco longe das expectativas. O sistema de câmaras não é o melhor para quem procura qualidade, e no final, estaria a usar um dispositivo no dia a dia que o desempenho simplesmente não iria necessitar.

Ainda assim, uma oferta sem dúvida única e de peso, que não podemos deixar de recomendar para quem pretenda elevar o seu jogo mobile ou para quem se considere verdadeiramente “gamer”.

análise final tugatech

Para quem tenha interesse, este modelo pode ser adquirido no site da Asus, a partir de 899,00 euros (modelo com 12GB de RAM).

Razer Raiju Ultimate – Análise ao comando premium da Razer

Razer Raiju Ultimate

A Razer dispensa apresentações, sendo uma das marcas mais reconhecidas no mercado dos acessórios gaming, tanto para PCs como consolas. A marca é bem conhecida pela qualidade premium, e isso é claramente evidente no Razer Raiju Ultimate.

O comando para PS4 e PC chegou ao TugaTech para análise, e logo a partir do momento em que abrimos a caixa fica evidente a qualidade premium pela qual a Razer é conhecida. O comando encontra-se numa caixa almofadada e selada, protegendo o acessório quando não se encontra em uso juntamente com todos os seus acessórios.

imagem comando razer

razer comando

No interior da mesma, para além do comando, encontra-se ainda um cabo USB bastante longo, que permite o carregamento e para utilizar o mesmo com fios no PC ou PS4, juntando ainda um conjunto de Thumbstick e D-Pad extras com diferentes alturas – adaptadas para os gostos de cada um.

acessórios razer

O design do comando é sem dúvida bastante agradável, com uma sensação premium, embora um pouco grande para algumas mãos. No topo do comando encontram-se os tradicionais L1/2 e R1/2, tendo de perto ainda o conjunto adicional de botões M1 e M2 – os quais podem ser configurados para diferentes ações.

Na parte traseira encontram-se ainda outros dois botões de ação personalizáveis – M3 e M4 – os quais fornecem um rápido acesso para diferentes ações rápidas. São uma vantagem competitiva, ficando sempre ao alcance dos dedos. Na parte traseira encontra-se ainda o botão de seleção do modo do comando – PS4 BT, PC BT ou via USB.

Razer Raiju Ultimate traseira

Todos os botões são mecânicos, no que é referido como sendo a tecnologia Razer Mecha-tactile, o que sem dúvida será uma vantagem considerável para quem pretenda passar longas sessões de jogo. Além de um maior controlo, estes podem ser rapidamente ativados e favorecem ainda mais a qualidade final.

comando

Na parte inferior do comando encontram-se os diferentes botões de ação, que permitem controlar diferentes funcionalidades – como o RGB Chrome ou o perfil.

Uma vez que o comando pode ser utilizado inteiramente por Bluetooth, dispensa-se o uso de cabos a atrapalhar, e a bateria possui uma duração relativamente aceitável. Nem mesmo a iluminação Chroma da Razer atrapalha neste aspeto.

razer comando botões extra

A configuração pode ser realizada diretamente pela app nativa da Razer, que permite modificar praticamente todos os parâmetros do mesmo e aceder a alguma informação útil. Infelizmente tivemos alguns problemas na ligação inicial da app, mas algo que foi rapidamente corrigido com uma nova reconfiguração do comando.

> Pontos positivos

A qualidade premium de todo o comando é sem dúvida um dos grandes pontos a favor. A qualidade de construção é bem visível a partir do momento em que se abre a embalagem.

Outra vantagem encontra-se a nível da personalização. Apesar de a aplicação de controlo do comando ainda necessitar de algumas reformulações, esta é suficiente para configurar praticamente tudo o que é necessário.

Centenas de perfis, efeitos diferentes, configurações e extras que podem ser adaptados ao estilo de jogo de cada um. Os botões M1-M4 adicionais também são uma excelente adição, que permitem uma vantagem competitiva quando bem configurados.

> Pontos negativos

Se o comando possui uma qualidade premium, também o é visível no preço. Estando atualmente disponível com preços a rondar os 350 euros, este não será um comando para todos os bolsos. Além disso, o tamanho pode também não agradar a todos os utilizadores, sobretudo para quem tenha mãos mais pequenas.

> Resumo

Se está à procura de um comando para melhorar a sua experiência de jogo, e tiver o orçamento para tal, o Razer Raiju Ultimate é sem dúvida um dos melhores na sua categoria. Qualidade que a Razer já nos habituou com todos os seus lançamentos, aliado a funcionalidades perfeitas para cada jogador.

A ligação sem fios e suporte tanto a PS4 como PC são outro benefício, permitindo ter um comando “tudo em um” para diferentes usos.

No final, não existe forma de não recomendar o Razer Raiju Ultimate para quem pretenda tirar o máximo de proveito dos jogos!

[Análise] GoPro HERO 3 Silver Edition – A câmara para todos os desportos radicais

GoPro Hero3

 

As câmaras GoPro Hero já são conhecidas pela fiabilidade e qualidade no que respeita à gravação de desportos e de ações que involvam atividades onde as câmaras regulares simplesmente não entrariam.

Nesta análise iremos testar um pouco da mais recente versão a linha Hero, a GoPro Hero3 Silver Edition.

Quando falamos em desportos radicais, falamos em atividades que envolvem uma grande atividade com o meio ambiente, seja no ar, em terra ou na água. A GoPro Hero3 encontra-se adaptada para a gravação em qualquer cenário, sem que sinta a diferença na realização das atividades.

A câmara é relativamente leve e um tamanho reduzido (58 x 40 x 21mm). Em comparação com o modelo anterior, a Hero2, esta pesa menos 25% e é quase 30% mais pequena.

Possui um sensor de 12MP, permitindo a gravação de vídeos 1080p a 30fps, 960p a 48fps, 720p a 60fps e WVGA a 120fps. Com o vasto leque de possibilidades, terá sempre a melhor opção quando pretender gravar com alta qualidade ou, pelo contrário, criar pequenos vídeos em câmara lenta.

Possui ainda WiFi embutido, o que permite a ligação direta da câmara a um dispositivo móvel, para utilização da aplicação própria (iremos analisar a mesma mais à frente), ou para utilizar com o acessório de WiFi Remoto da GoPro, vendido em separado.

Na parte frontal encontra-se a lente, junto a um pequeno ecrã monocromático de 2 cm. Encontra-se ainda o botão “Power” e para a seleção das opções, juntamente com dois LEDs de funcionamento: um para a indicação do “Power” e para assinalar o inicio/término da gravação, e outro LED azul para indicar quando o WiFi embutido estiver ativo.

Encontra-se ainda um led na parte superior e posterior, o que permite facilitar a localização ou a indicação das várias funções.

GoPro Hero3 frontal

 

A câmara é revestida na lateral com um material plástico preto, que proporciona uma diferença visual no design e a facilita a utilização da mesma. Na lateral encontram-se ainda, sobre um pequeno compartimento, as ligações micro-HDMI e mini-USB, juntamente com a  entrada para os cartões MicroSD.

Na lateral esquerda encontra-se um pequeno botão que permite ativar ou desativar o WiFi embutido, juntamente com o microfone.

gopro hero3 lateral

 

Por fim, na parte posterior encontra-se o compartimento da bateria, onde se encontra uma bateria de 1,050mAh, exclusiva para a Hero3. A duração da bateria é algo reduzida, principalmente se o Wifi estiver activado. Neste ponto, caso pretenda utilizar a camara por várias horas, será recomendado adquirir uma bateria adicional, vendida em separado, ou preparar-se para carregar a existente.

 

No geral, a qualidade de construção é boa e os materiais utilizados de qualidade. O único ponto negativo encontra-se no tamanho reduzido do botão para ativar/ desativar o WiFi embutido. Este obriga a que tenha de utilizar as unhas ou mesmo um objeto mais pontiagudo para o utilizar.

No entanto, de resto, os materiais proporcionam uma utilização agradável e demonstram a robustez do equipamento.

-> Acessórios

A câmara dispõe de vários acessórios, sendo que, por padrão, a mesma é vendida com uma capa protetora e resistente à agua, um fixador curvo e outro plano e duas portas para a caixa protetora.

Por si só, a câmara não é resistente à água ou choques. Para tal necessita da caixa protetora.

A caixa protetora é construída sobre um plástico transparente e resistente a choques. A porta posterior pode ser alterada consoante a principal utilização, sendo uma para utilização em ambientes com água e a outra para quando necessita apenas da proteção contra choques.

 

A alteração do porta do compartimento também poderá beneficiar na gravação dos vídeos e na sua qualidade sonora. A GoPro indica que, em vídeos gravados sobre velocidades inferiores a 160 km/h, para uma melhor qualidade sonora, deve ser utilizada a porta não resistente à água.

Os fixadores também são de boa qualidade, possuindo um adesivo aderente, o que permite fixar o mesmo em qualquer superfície plana.

 

 

A substituição das portas envolve um processo relativamente simples, no entanto, para retirar o encaixe é necessário aplicar um pouco de força e de “torção”. Apesar da resistência do material ser boa, a conjugação destes dois pontos faz com que o processo aparente danificar o compartimento, embora não ocorra.

Por fim, este compartimento possui, na parte frontal, uma lente protetora que, segundo a GoPro, permite obter uma melhor qualidade de imagem debaixo de água.

-> Vídeos

A qualidade dos vídeos é relativamente boa, dependendo das opções de gravação seleccionadas.

A GoPro Hero3 encontra-se disponível em três versões: Black, Silver e White.

A versão Black é a mais completa, sendo que a câmara permite a gravação de vídeos em 4K a 12fps, 2.7K a 30fps, 1440p a 48fps, 1080p a 60fps, 960p a 100fps, 720p HD a 120fps, e, por fim, WVGA 480p a 240fps.

A versão Silver, utilizada nesta análise, utiliza o mesmo processador da Hero2, sendo que, portanto, somente permite a gravação de vídeos 1080p a 30fps, 960p a 48fps, 720p a 60fps e WVGA a 120fps.

Por fim, a versão White possui um processador ainda mais reduzido, somente sendo permitida a gravação 1080p e 960p a 30fps e 720p e WVGA a 60fps.

Apesar da versão Silver não ser a mais completa, a qualidade de gravação é boa, mesmo em WVGA a 120fps.

Aqui no TugaTech, não somos desportistas radicais, mas existem vários vídeos no Youtube que disponibilizam a gravação de pequenos excertos destes desportos radicais.

 

 

-> Software

A GoPro Hero3 possui dois softwares que podem ser utilizados: o CineForm Studio para Windows/Mac e a GoPro App, disponível para Android, iOS e Windows Phone.

O CineForm Studio trata-se, basicamente, de um centro de edição de vídeos, onde poderá editar os vídeos gravados pela Hero3. Poderá editar, cortar e alterar várias definições dos vídeos, assim como criar vídeos em camara lenta, caso tenha sido gravados a 120fps.

Permite ainda a exportação em formato MP4/MOV, a criação de conteúdo em 3D ou o upload direto para o Youtube.

Já a GoPro App destina-se a permitir o controlo remoto da câmara, utilizando o WiFi embutido. Poderá efetuar todos os procedimentos que teria de controlar pela câmara diretamente por um dispositivo iOS, Windows Phone ou Android.

Isto inclui a alteração das configurações, inicio da gravação, visualização das fotos e vídeos guardados, ou até a pré-visualização do que se encontra a ver na câmara.

A ativação da aplicação é relativamente simples. Basta ativar o WiFi embutido, ligar o dispositivo móvel à rede WiFi e aceder à aplicação. No entanto, antes de poder utilizar esta funcionalidade, é necessário efetuar a atualização do firmware da camara. O processo é relativamente simples de ser efetuado, mas poderia não ser necessário (e pode ocorrer que os modelos mais recentes já possuam a atualização).

-> Conclusão

A GoPro Hero3 é uma excelente opção caso seja um amante dos desportos radicais e goste de partilhar com o mundo as suas atividades.

A qualidade de construção é excelente e a gravação/fotos possuem uma qualidade bastante elevada.

Para quem pretenda uma qualidade ainda melhor, a versão Black será a mais adequada, visto permitir a gravação em 4K, embora os FPS sejam reduzidos. A versão Silver será destinada aos amantes dos desportos radicais, contando com um preço mais em conta.

O controlo remoto a partir da app também é uma mais valia, sobretudo tendo em conta que a Hero3 não possui um display para visualizar o conteúdo em gravação. Sem a app para dispositivos móveis terá que utilizar “o olho” para orientar a câmara.

Os únicos pontos negativos encontram-se sobretudo na durabilidade da bateria, que é relativamente curta, especialmente com o Wifi ligado. O microfone também é um pouco direcional, no entanto este problema pode ser resolvido utilizando a caixa protetora.

As versões White e Silver da GoPro Hero3 encontram-se disponíveis na loja da Orange, por, respetivamente, 249 euros e 349,90 euros.

O TugaTech agradece à Orange pela disponibilidade do produto para teste.

Sobre a Orange:

OrangeA Orange é uma das principais operadoras de telecomunicações a nível mundial, com um volume de negócios de 43.500 milhões de euros em 2012 e 170.000 funcionários em todo o mundo a 31 de Março de 2013, incluindo 104.000 funcionários em França. Presente em 32 países, o Grupo possui uma base total de clientes de 230 milhões de clientes a 31 de Março de 2013, incluindo 172 milhões de clientes móveis e 15 milhões de clientes de Internet de banda larga (ADSL, fibra) em todo o mundo. A Orange é uma das principais operadoras da Europa de serviços móveis e de Internet de banda larga e é uma das líderes mundiais no fornecimento de serviços de telecomunicações a empresas multinacionais, com a marca Orange Business Services.

Com o seu projecto empresarial, “conquests 2015”, a Orange dirige-se simultaneamente aos seus funcionários, clientes e accionistas, bem como à sociedade onde a empresa opera, através de um conjunto de planos de acção concretos. Estes compromissos são expressos através de uma nova visão dos Recursos Humanos para funcionários; através da implementação de uma infra-estrutura de rede através da qual o Grupo irá construir o seu crescimento futuro; através da ambição do Grupo para oferecer uma experiência de cliente superior graças, em especial, à qualidade melhorada do serviço; e através da aceleração do desenvolvimento internacional.

Aiptek Mobile Cinema i20 – Transforme o iPhone num projector

Aiptek Mobile Cinema i20

 

Costuma fazer várias apresentações, ou têm por habito partilhar as fotos do seu iPhone com o resto da família? O Aiptek MobileCinema i20 pode ajudar.

Este pequeno projetor liga-se diretamente ao iPhone 3GS, 4 e 4S, permitindo partilhar o conteúdo do ecrã sobre qualquer superfície opaca.

A Aiptek é conhecida por produzir vários projetores em escala reduzida para dispositivos móveis, e o Aiptek MobileCinema i20 é mais um exemplo.

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Com um tamanho reduzido de 60 x 114 x 46 mm, consegue projetar imagens até 50 polegadas com uma resolução de Q1080p (960 x 540 a 16:9).

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O projetor é relativamente simples de utilizar, bastando conectar à entrada do iPhone e ligar o mesmo. Em poucos segundos a imagem do dispositivo deverá começar a ser projetada.

Possui apenas um botão para ligar/desligar, a saída do projetor e uma pequena roda para focar a imagem.

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É ainda disponibilizada uma aplicação para iOS que permite partilhar mais facilmente as imagens/vídeos, assim como navegar pela Internet e ativar a funcionalidade ‘live view’, que permite projetar, em tempo real, a imagem do iOS.

A dimensão reduzida torna-o perfeito para utilizar em viagens, sendo também incluído um pequeno saco para facilitar o armazenamento e transporte.

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A qualidade de imagem é suficientemente nítida e com boa qualidade, embora seja necessário escolher preferencialmente uma superfície lisa, branca ou preta. A iluminação do ambiente também deve ser um pouco reduzida para facilitar a visualização.

A juntar à projeção, o Aiptek MobileCinema i20 pode ainda ser utilizado como uma “segunda bateria”, possibilitando carregar o dispositivo. Torna-se, portanto, um “2 em 1”, com a funcionalidade de projeção e de bateria de salvaguarda.

Pode visualizar o dispositivo em utilização em seguida:

Achamos, no entanto, interessante uma pequena gralha na própria embalagem, na parte posterior, onde é apresentada uma imagem do iPhone a utilizar o navegador Internet Explorer, do Windows:

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No entanto, e em resumo, trata-se de um excelente gadget, principalmente destinado ao sector profissional, com uma boa qualidade de imagem e um tamanho reduzido.

A conjugação de um carregador portatil com o projector também é bem vinda e extremamente útil.

Aiptek MobileCinema i20 encontra-se disponivel na loja online da Orange por 124,55 euros.

Sobre a Orange:

OrangeA Orange é uma das principais operadoras de telecomunicações a nível mundial, com um volume de negócios de 43.500 milhões de euros em 2012 e 170.000 funcionários em todo o mundo a 31 de Março de 2013, incluindo 104.000 funcionários em França. Presente em 32 países, o Grupo possui uma base total de clientes de 230 milhões de clientes a 31 de Março de 2013, incluindo 172 milhões de clientes móveis e 15 milhões de clientes de Internet de banda larga (ADSL, fibra) em todo o mundo. A Orange é uma das principais operadoras da Europa de serviços móveis e de Internet de banda larga e é uma das líderes mundiais no fornecimento de serviços de telecomunicações a empresas multinacionais, com a marca Orange Business Services.
 
Com o seu projecto empresarial, “conquests 2015”, a Orange dirige-se simultaneamente aos seus funcionários, clientes e accionistas, bem como à sociedade onde a empresa opera, através de um conjunto de planos de acção concretos. Estes compromissos são expressos através de uma nova visão dos Recursos Humanos para funcionários; através da implementação de uma infra-estrutura de rede através da qual o Grupo irá construir o seu crescimento futuro; através da ambição do Grupo para oferecer uma experiência de cliente superior graças, em especial, à qualidade melhorada do serviço; e através da aceleração do desenvolvimento internacional.

[Análise] Huawei Ascend G615 – Um smartphone de topo, a baixo custo

O TugaTech apresenta hoje a análise do Huawei Ascend G 615, um smartphone Android ICS quad-core de gama elevada.

O Huawei Ascend G 615 possui um processador quad-core Cortex-A9 a 1.4 GHz, 1GB de RAM, um ecrã IPS com 4.5 polegadas e uma resolução HD de 720×1280 pixéis. Possui ainda 8GB de memoria interna, expansível via MicroSD, e uma câmara de 8MP com flash e o Android 4.0.4.

– Design

O design do Huawei Ascend G 615 não é perfeito em comparação com outros modelos, mas apresenta um acabamento limpo e resistente.

A parte traseira, em plástico, é removível de forma a permitir o acesso à bateria, cartão SIM e MicroSD.

A Huawei também optou por minimizar os botões em redor do dispositivo, contendo apenas dois botões para o volume e um tradicional botão “Power”. Apresenta ainda uma entrada para auscultadores 3.5 mm na parte superior.

A parte frontal do dispositivo conta com os tradicionais botões touch inferiores retro-iluminados e o ecrã IPS.

As dimensões um pouco elevadas (134 x 67.5 x 10.5 mm) fazem com que seja um pouco difícil operar o dispositivo apenas com uma mão.

– Ecrã

O ecrã Super IPS LCD capacitivo possui 4.5 polegadas e resolução HD de 720 x 1280, juntamente com 326 ppi.

As cores são nítidas e os 326 ppi, apesar de serem inferiores ao que seria normal em smartphones de gama elevada, permitem já desfrutar de conteúdos HD sem problemas. No entanto, o contraste é um pouco reduzido.

O ecrã capacitivo também impossibilita a utilização de luvas ou canetas Stylus.

– Sistema Operativo

O Android 4.0.4 presente no Huawei Ascend G 615 já possui algumas aplicações pré-instaladas da empresa, como o acesso aos serviços de backup da marca.

O restante sistema é similar ao que seria de esperar em qualquer Android 4.0.4, sendo a diferença principal reside na barra de notificações que possui os tradicionais botões de controlo da conectividade, como o Wifi e GPS, e as notificações.

Peca, no entanto, na impossibilidade de alterar os botões de controlo da conectividade para controlos e serviços diferentes.

– Desempenho

O processador quad-core a 1.4GHz garante uma boa performance, tanto na utilização diária como para jogos e aplicações pesadas.

Na aplicação AnTuTu Benchmark, como seria de esperar, o resultado é de uns satisfatórios 13.528 pontos, o que lhe garante uma boa performance em geral.

Os jogos 2D e 3D também registam uma boa performance e fluidez, sem atrasos ou o conhecido “lag”.

Apesar do bom desempenho, a utilização do Android 4.0.4 poderá levar à perda de um pouco de desempenho e fluidez que poderia ser obtida com versões mais recentes, como o Android 4.1 (Jelly Bean).

– Câmara

A câmara de 8MP presente no Huawei Ascend G 615 faz o que promete, mas a qualidade das fotos não é impressionante.

As fotos apresentam um baixo contraste e um pouco de ruido, principalmente em ambientes mais escuros.

Os vídeos já apresentam uma qualidade um pouco melhor, no entanto não será um substituto a uma boa câmara fotográfica.

– Bateria

A bateria de 2150 mAh garante, segundo a Huawei, uma autonomia de 360 horas em standby e 11 horas a realizar chamadas.

Durante o período em que o TugaTech testou o smartphone, estes valores aparentam encontrar-se aproximados com os obtidos.

– Conclusão

O Huawei Ascend G 615 é um smartphone de gama elevada e que pretende garantir um baixo preço. Possui as funcionalidades e características que seriam de esperar num dispositivo desta gama, embora perca pontos pela utilização do Android 4.0.4 e na câmara.

Uma grande maioria dos dispositivos que se encontram à venda no mercado, dentro desta gama, já possuem o Android 4.1 Jelly Bean, o que, neste smartphone, iria garantir um desempenho em geral superior ao do Android 4.0.4.

Em todo o caso, o desempenho, tendo em conta o preço de venda, é aceitável e a utilização de um processador quad-core garante um bom multi-tasking.

O ecrã de boas dimensões e com boa qualidade permite ao utilizador usufruir de conteúdos em HD ou da navegação na web sem problemas.

Por fim, a bateria possui uma boa autonomia, garantindo que não irá ter surpresas desagradáveis quando menos necessitava.

O TugaTech agradece à Huawei pela disponibilidade do produto para teste.

A Huawei (nome oficial: Huawei Technologies Co. Ltd.) é uma empresa multinacional de equipamentos para redes e telecomunicações sediada na cidade de Shenzhen, localizada na província de Guangdong, na China. Ela é a maior fornecedora de equipamentos para redes e telecomunicações da China e a segunda maior do mundo, atrás apenas da Ericsson.

A Huawei foi fundada em 1988 por Ren Zhengfei e é uma empresa proprietária. Suas atividades principais são pesquisa e desenvolvimento, a produção e o marketing de equipamentos de telecomunicações, e o fornecimento de serviços personalizados de rede a operadoras de telecomunicações.

[Análise] Huawei Ascend Mate – 6.1 polegadas de puro entretenimento

Huawei Ascend Mate

O mercado dos phablet encontra-se em expansão e, sem duvida, a Huawei adiantou-se a muitos dos seus concorrentes com o novo Huawei Ascend Mate.

Com um ecrã de 6.1 polegadas, é difícil de classificar este equipamento como sendo um smartphone ou um tablet de dimensões reduzidas. As características de topo tornam-no uma excelente para quem procura um equipamento para entretenimento e tarefas exigentes.

> Design

Em termos de design, os acabamentos do Huawei Ascend Mate são bastante cuidados, sendo agradável ao toque. Possui ainda um redor em metal que, no final, não simboliza um grande impacto no peso de 198g.

Na parte superior encontramos a entrada para o cartão SIM, que necessita de uma pequena chave para que seja aberta, assim como a saída para os auscultadores e um pequeno microfone.

Na parte lateral encontramos os botões de Power, Volume e a entrada para o cartão SD. Por fim, na parte inferior, podemos encontrar a entrada Micro USB e outro microfone.

> Características

A nível das características o Ascend Mate possui um processador quad-core Hi-Silicon K3V2 a 1.5 GHz, 2GB de RAM, um ecrã 6,1″ HD IPS+ com uma resolução de 1280×720 LCD (241 ppi), protegido por um Corning Gorilla Glass, 8GB de espaço para armazenamento, uma câmara traseira de 8MP e uma bateria de 4050mAh.

O sistema operativo escolhido é o Android 4.1, embora possa ser atualizado para o Android 4.2.

> Ecrã

O ecrã de 6.1 polegadas é, sem duvida, mais do que suficiente para poder usufruir de conteúdos multimédia HD. Com uma boa qualidade de imagem e um bom contraste, permitem visualizar conteúdos HD sem qualquer problema.

A resolução de 1280×720 px (241 ppi) é, no entanto, um pouco reduzida, mas nada que comprometa a utilização.

Outra característica a destacar no ecrã encontra-se a nível da funcionalidade touch, onde, a partir das definições do sistema operativo, poderemos optar pelo “Modo Luva”. Esta funcionalidade permite que sejam utilizadas luvas sem comprometer a funcionalidade touch do ecrã, algo que é de louvar num equipamento deste tipo.

> Desempenho

O desempenho é, no geral, muito bom, devido sobretudo ao processador quad-core Hi-Silicon K3V2.

É possível jogar jogos com qualidade sem o tradicional atraso que se faz sentir em muitos equipamentos.

A partir da aplicação Antutu, o Mate obteve uns respeitáveis 16.186 pontos, sobressaindo a boa performance final do sistema.

E, a nível da aplicação Quadrant Standard Edition, obteve igualmente um excelente valor de 5438 pontos, sendo superior ao HTC One X.

Resumindo, a nível de performance, irá ter capacidade tanto para conteúdos multimédia em HD como para os jogos mais exigentes da Google Play. A RAM permite ainda obter num bom desempenho a nível do multitasking, podendo utilizar várias aplicações em simultâneo sem falhas.

> Câmara

A camara de 8MP permite obter imagens de boa qualidade, embora não sejam tão nítidas como outros equipamentos similares.

Algumas cores, principalmente em ambientes com pouca luminosidade, ficam ligeiramente com pouco contraste. No entanto, para uma utilização regular, é mais do que suficiente.

> Som

A coluna traseira possui uma excelente qualidade sonora, sendo de destacar ainda a possibilidade de ativar o sistema “Dolby Digital Plus”.

Esta funcionalidade permite melhorar a qualidade sonora final, no entanto, nos nossos testes, verificamos que o volume foi ligeiramente afetado com a mesma.

Ou seja, de forma a obter uma melhor qualidade sonora, poderá ter de sacrificar um pouco do volume máximo. Mas nada que perturbe na hora de visualizar um filme, por exemplo.

> Emotion UI

Como é habitual, a Huawei utiliza a interface Emotion UI no Ascend Mate.

A interface permite simplificar a utilização do equipamento, embora continue a ter alguns aspetos negativos.

Entre estes é de destacar o facto de todas as aplicações instaladas serem automaticamente colocadas no ecrã inicial, sem a possibilidade de remover os ícones. Este processo é similar ao que ocorre no iOS.

Por este motivo deverá ser necessário utilizar pastas para organizar as diversas aplicações, sobre a possibilidade de, principalmente com várias aplicações instaladas, sobrelotar a interface principal com ícones.

No entanto é de congratular a simples personalização, onde o utilizador pode escolher entre vários temas e ícones para utilizar na interface com um simples toque.

> Conclusão

Em nota final, é importante realçar que o Ascend Mate possui boas características dentro de um preço igualmente razoável para um smartphone deste tipo.

Com um ecrã de boas dimensões poderá tratar de todas as tarefas de entretenimento e profissionais sem problemas.

O desempenho geral do sistema e em jogos é igualmente mutio bom, permitindo usufruir dos jogos mais recentes da Google Play e com gráficos acima da média sem o tradicional arrastamento e “lag”. A qualidade sonora também permite usufruir de musica com qualidade, em qualquer formato.

Por fim, a autonomia, nos nossos testes, foi relativamente boa, com uma média de 2 dias em utilização regular e Wifi ligado.

A ponto negativo encontra-se o facto dos 8GB de armazenamento não poderem ser totalmente utilizados. No final, o utilizador possui apenas 4.7 GB de espaço, sendo o restante utilizado pelo sistema e diversas aplicações do mesmo. Apesar de poder ser utilizado um cartão SD para expandir este espaço, ainda existem certas aplicações que irão necessitar de utilizar o armazenamento interno.

Em Portugal, o Huawei Ascend Mate encontra-se à venda por cerca de 399.90 euros.

O TugaTech agradece à Huawei pela disponibilidade do produto para teste.

A Huawei (nome oficial: Huawei Technologies Co. Ltd.) é uma empresa multinacional de equipamentos para redes e telecomunicações sediada na cidade de Shenzhen, localizada na província de Guangdong, na China. Ela é a maior fornecedora de equipamentos para redes e telecomunicações da China e a segunda maior do mundo, atrás apenas da Ericsson.

A Huawei foi fundada em 1988 por Ren Zhengfei e é uma empresa proprietária. Suas atividades principais são pesquisa e desenvolvimento, a produção e o marketing de equipamentos de telecomunicações, e o fornecimento de serviços personalizados de rede a operadoras de telecomunicações.

Aiptek MobileCinema i50S – Projector para todas as ocasiões

Anteriormente o TugaTech já tinha analisado um projetor da Aiptek, concretamente o Aiptek MobileCinema i20. Agora vamos dar o destaque ao seu sucessor: o Aiptek MobileCinema i50S .

O Aiptek MobileCinema i50S, tal como o MobileCinema i20, é um projetor de bolso para iPhone 4 e 4S, que permite projetar qualquer conteúdo numa superfície plana. É um excelente aliado para apresentações ou quando pretende partilhar conteúdos multimédia com várias pessoas.

A nível das características, o i50S possui a tecnologia ótica DLP, que promete oferecer imagens mais nítidas e coloridas, suporta uma resolução de 640 x 480 Pixéis (VGA) com um tamanho de imagem compreendido entre 15.2cm e 152.4cm (60 polegadas). As dimensões são de 125 mm x 67 mm x 20 mm e o peso de 100 g.

Além de projetor, a bateria integrada do i50S pode também ser utilizada para recarregar o iPhone.

Ao contrário do modelo i20, o i50S envolve todo o iPhone, sendo que possibilita uma melhor utilização, principalmente quando o objetivo passa somente por recarregar a bateria. Basicamente será como uma “capa” do iPhone, embora não deva ser confundida com a funcionalidade real de uma capa.

As dimensões não atrapalham no momento de utilizar o equipamento.

Uma das principais criticas apontadas em outros equipamentos deste tipo encontra-se na qualidade da imagem e das cores, do tempo de utilização e da luz ambiente necessária para a correta visualização.

Nestes pontos, o Aiptek MobileCinema i50S e a tecnologia ótica DLP fazem o que promete, oferecendo cores e imagens de qualidade, mesmo em locais com uma luz ambiente moderada.

No entanto, conforme se aumenta a distância entre a superfície de projeção e o projetor, a qualidade tende a diminuir, assim como a naturalidade das cores. Obviamente, a superfície de projeção também deve ser escolhida com cuidado, sendo recomendado uma superfície lisa e branca.

 

É ainda disponibilizado um conjunto de modos de projeção, como o ECO e o de filmes, que permitem obter um melhor desempenho em diferentes aplicações finais. O modo ECO permite reduzir um pouco a luminosidade para obter uma autonomia superior. Já o modo de filme prima por manter a luminosidade no máximo para providenciar cores mais vivas.

A autonomia da bateria encontra-se situada em cerca de 120 min, no entanto este valor pode ser superior se for selecionado um modo diferente de projecção, principalmente o ECO.

A nível do carregamento do iPhone, uma carga completa do projetor permite obter cerca de 75% da carga na bateria do equipamento. Um valor muito bom como uma opção para “carregamentos de emergência”.

O único ponto negativo encontra-se na falta de compatibilidade. Este modelo somente é compatível com o iPhone 4 e 4S, com um conetor de 30 pinos. Modelos mais recentes não poderão ser utilizados, visto utilizarem as fichas lightning da Apple.

O Aiptek MobileCinema i50S encontra-se à venda na loja online da Orange por 180,16€.

Sobre a Orange:

orangeA Orange é uma das principais operadoras de telecomunicações a nível mundial, com um volume de negócios de 43.500 milhões de euros em 2012 e 170.000 funcionários em todo o mundo a 31 de Março de 2013, incluindo 104.000 funcionários em França. Presente em 32 países, o Grupo possui uma base total de clientes de 230 milhões de clientes a 31 de Março de 2013, incluindo 172 milhões de clientes móveis e 15 milhões de clientes de Internet de banda larga (ADSL, fibra) em todo o mundo. A Orange é uma das principais operadoras da Europa de serviços móveis e de Internet de banda larga e é uma das líderes mundiais no fornecimento de serviços de telecomunicações a empresas multinacionais, com a marca Orange Business Services.

Com o seu projecto empresarial, “conquests 2015”, a Orange dirige-se simultaneamente aos seus funcionários, clientes e accionistas, bem como à sociedade onde a empresa opera, através de um conjunto de planos de acção concretos. Estes compromissos são expressos através de uma nova visão dos Recursos Humanos para funcionários; através da implementação de uma infra-estrutura de rede através da qual o Grupo irá construir o seu crescimento futuro; através da ambição do Grupo para oferecer uma experiência de cliente superior graças, em especial, à qualidade melhorada do serviço; e através da aceleração do desenvolvimento internacional.

[Análise TT] MyKronoz ZeBracelet – Smartwatch em conta na carteira

mykronoz

Atualmente um smartwatch é algo em grande ascensão, com vários grandes fabricantes a lançarem as suas versões. É exemplo do Samsung Gear e do (suposto) iWatch. E, nos próximos tempos, espera-se que mais empresas venham a investir neste mercado o que, para nós (consumidores), não deixa de ser bom.

Hoje o TugaTech apresenta a análise ao ZeBracelet da empresa MyKronoz. Este smartwatch Bluetooth pretende entrar no mercado ao oferecer uma solução mais barata e simples que vários concorrentes de peso. Mas será que consegue? Vamos analisar em mais detalhe.

-> Características

O ZeBracelet possibilita a ligação a qualquer dispositivo que possua a tecnologia Bluetooth, seja um smartphone, tablet ou mesmo um computador. Possui uma bateria de Li-ion 150mAh, o que possibilita entre 2 a 3 horas em conversação e cerca de 72 horas em standby.

O ecrã OLED com uma dimensão de 128 x 32 é pequeno tendo em conta a dimensão total do dispositivo. Ainda mais tendo em conta que a parte frontal do equipamento poderia ser bem mais aproveitada neste aspeto.

Visto tratar-se de um ecrã OLED somente possui uma cor e praticamente nenhum detalhe gráfico. Basicamente, será apenas destinado a texto.

A bateria é carregada via USB, utilizando o adaptador fornecido. Não existe qualquer tipo de sensor, pelo que a utilização principal será para tarefas simples a realizar via Bluetooth.

-> Design

O design do ZeBracelet é um dos seus atrativos. Com um acabamento refletor, o design relembra uma simples bracelete. Apesar de ser destinado tanto a homens como mulheres, o design é principalmente atrativo para as senhoras adeptas das novas tecnologias, tornando-se assim ideal para uma prenda.

A única diferença de uma bracelete regular encontra-se nos dois botões laterais, na coluna e no pequeno orifício do microfone.

A nível de defeitos encontra-se no facto de a estrutura não ser flexível. Desta forma, as extremidades não podem ser afastadas para facilitar a adaptação ao pulso ou para ser mais simples a sua colocação.

-> Funcionalidades

Aparte do design, o ZeBracelet afirma tratar-se de um smartwatch. De acordo com as especificações, possibilita a ligação via Bluetooth a um dispositivo móvel, permitindo assim o controlo das chamadas, do volume e a reprodução de música.

Apesar de possuir algumas funcionalidades que poderiam ser encontradas num smartwatch, apelidar ou comparar este equipamento a um smartwatch será incorreto para a grande maioria dos utilizadores. Ainda mais se estivermos a comparar com um smartwatch como o Samsung Gear.

As funcionalidades apresentadas são básicas, mais comparáveis a um auricular Bluetooth do que a um smartwatch. O controlo de chamadas é básico e a reprodução de músicas possui baixa qualidade.

 

A nível das chamadas, aquando a receção é apresentado o número do contacto, possibilitando atender ou rejeitar a chamada com o pressionar do respetivo botão no dispositivo. O ZeBracelet também emite uma pequena vibração nesta tarefa.

Peca, porém, no facto de não apresentar o nome do contacto, excepto o equipamento onde o ZeBracelet se encontre emparelhado seja um iPhone. Tendo em conta que o mercado atual é dominado pelo Android e iPhone, sendo o Android a grande fatia, esta falha é bastante notável…

Neste campo, existe ainda a sublinhar o facto de o smartwatch não poder ser colocado em silêncio. Ou seja, quando recebe uma chamada, mesmo que o dispositivo móvel esteja em silêncio, o ZeBracelet irá sempre vibrar e emitir o sinal sonoro. Existe ainda um pequeno atraso entre a receção da chamada no dispositivo móvel e a sua receção no ZeBracelet.

O altifalante e o microfone podem ser utilizados para atender uma chamada, sendo que, neste caso, não existem pontos negativos a apontar, tendo em conta a qualidade da ligação.

No entanto, relativamente a ouvir musica, a qualidade é baixa, comparável à de uma chamada telefónica. Funciona, mas não com qualidade desejável.

As notificações recebidas no smartphone também são recebidas no ZeBracelet, mas de forma básica, tendo em conta que o ecrã de dimensões reduzidas também não permite grandes leituras de, por exemplo, SMSs.

Por fim, existe ainda uma pequena funcionalidade que alerta o utilizador, via som e vibração, caso seja perdida a ligação com o smartphone. Esta funcionalidade poderá ter vantagens como um pequeno sistema de anti-roubo ou para o caso do esquecimento do dispositivo móvel em algum lugar.

-> Notas finais

Apesar das funcionalidades disponíveis no ZeBracelet serem as que também se encontram em smartwatchs de topo, são muito reduzidas e limitadas. Vemos o ZeBracelet mais como um pequeno gadget ou prenda do que como um smartwatch.

As funcionalidades oferecidas são limitadas, mas no básico fazem o que é prometido. A receção e atendimento de chamadas é aceitável. Tanto o altifalante como o microfone também possuem boa qualidade para uma chamada telefónica, mas não para ouvir música com qualidade.

O ecrã de dimensões reduzidas também é um ponto negativo. Tendo em conta que a parte frontal do dispositivo aparenta ocupar uma grande área, a mesma poderia ser melhor aproveitada.

O design é, sem dúvida, um dos atrativos. Tirando a falta de flexibilidade na bracelete, a estética será atrativa sobretudo para senhoras. Isto torna o ZeBracelet uma excelente prenda, tendo também em conta o preço.

Mas se é um utilizador á procura de um smartwatch, irá ficar desiludido com a falta de funcionalidades e características.

Preço:  69.99 euros – Loja online da Orange

..:: Avaliação final do TugaTech ::..

Huawei Ascend G610 – Dual-SIM de qualidade e desempenho elevado [Análise TT]

Huawei Ascend G610

Recentemente a Huawei apresentou no mercado nacional o novo Ascend G610. Este equipamento promete ser um modelo Dual-SIM de desempenho e com um preço em conta.

Aqui no TugaTech vamos rever alguns dos pontos mais importantes deste equipamento.

> Especificações

O Huawei Ascend G610 possui um ecrã de 5 polegadas, com uma resolução de 960 x 540 pixels, um processador Quad-Core MT6589M A7 a 1.2GHz, 1GB de RAM, 4GB de armazenamento interno, uma câmara traseira de 5 MP e uma frontal de 0.3MP, uma bateria de 2150 mAh e o sistema Android 4.2. Suporta ainda cartões MicroSD até 32GB.

A nível das especificações, estas encontram-se dentro do normal para um equipamento desta gama. O processador Quad-Core, como veremos em seguida, providencia um desempenho aceitável.

Conjuga-se ainda uma bateria de 2150mAh, que possibilita uma autonomia de 150 horas em espera, o que não é excelente, mas é aceitável para um equipamento dual-SIM.

> Unboxing

Poderá visualizar em seguida o unboxing do equipamento:

 

> Design e qualidade de construção

O primeiro impacto ao pegarmos no Ascend G610 encontra-se no seu tamanho. Apesar de não possuir o tamanho de um phablet, ainda assim é um pouco grande para a média. A estrutura de plástico posterior e o painel frontal dão uma sensação de qualidade, mesmo tratando-se de um equipamento mais barato que alguns concorrentes.

O G610 possui uma altura de 142mm, uma largura de 73,6mm e uma espessura de 9,9mm. O peso situa-se nos 170 gramas.

O ecrã IPS LCD de 5 polegadas possui uma boa qualidade e apresenta um amplo ângulo de visão.

Na parte superior do painel frontal encontramos o altifalante frontal, que se encontra localizado junto à estrutura exterior, demonstrando a atenção a Huawei nos detalhes. É ainda visível o logo da Huawei e a câmara frontal. Existe ainda um pequeno sensor de iluminação e o LED, mas tendo em conta a cor escura da estrutura ficam ocultos sobre a mesma.

No topo encontramos igualmente a entrada para os auscultadores 3.5mm. Já na parte inferior encontramos os botões tradicionais, sensíveis ao toque, o microfone e a entrada USB.

Na parte posterior encontramos o microfone traseiro, a câmara traseira de 5MP, o flash LED, o logotipo da Huawei imediatamente por debaixo deste e o altifalante na parte inferior esquerda.

Removendo o painel posterior encontramos as entradas para os dois cartões SIM, o compartimento da bateria e a entrada para o cartão MicroSD.

Podermos igualmente verificar em mais detalhe a câmara traseira.

> Interface / Sistema operativo

A Huawei continua a apostar na sua interface EmotionUI. Por padrão, o G610 possui o sistema operativo Android Jelly Bean 4.2.1.

A interface EmotionUI possibilita um acesso rápido aos principais programas, sem grandes animações e efeitos, como se encontraria na interface regular do Android.

Em todo o caso, dependendo do utilizador, pode sempre ser instalado um launcher de terceiros e personalizado consoante o gosto.

O G610 possui 4GB de memoria interna, no entanto, como é habitual, nem todo o espaço pode ser utilizado.

Depois de instaladas as aplicações da empresa e algumas de terceiros fica disponível apenas cerca de 1.8GB.

 

A compatibilidade com cartões até 32GB possibilita que estes sejam utilizados para alargar a falta de memória interna.

> Desempenho

O Huawei Ascend G610 possui um processador quad-core a 1.2GHz, juntamente com 1GB de RAM. Estas características apontam imediatamente para um bom desempenho. Não existem atrasos (lag) na navegação pelos ecrãs da interface, assim como na abertura de programas ou utilização de várias aplicações ao mesmo tempo.

Utilizando a aplicação AnTuTu, obtemos os respeitáveis 13396 pontos, ficando acima do Samsung Galaxy S2 e próximo do Google Nexus 4.

Um bom desempenho geral para a maioria das aplicações e jogos.

A bateria de 2150mAh, segundo a Huawei, promete cerca de 150 horas em espera e 180 minutos em conversação. Esta autonomia varia, no entanto, consoante a utilização de cada pessoa. Nos nosso testes, com uma utilização regular, conseguimos obter perfeitamente os valores estimados pela Huawei.

> Câmara – Fotos e vídeo

O Ascend G610 possui uma câmara traseira de 5MP, em conjunto com um flash LED, e uma câmara frontal de 0.3MP.

A câmara principal apresenta imagens com cores e texturas vivas. A qualidade é relativamente boa para uma câmara de 5MP. Isto aplica-se tanto a imagens ao perto (macro) como quando utilizado o zoom, embora neste último seja sempre visível algum ruido.

(Clique para ver em tamanho original)

As fotos tiradas em ambientes de pouca luz, utilizando o flash, também são razoáveis em objetos próximos, mas com pouca qualidade nos detalhes de objetos mais afastados da fonte.

(Clique para ver no tamanho original)

Por fim, a gravação de vídeos também é razoável. É possível gravar vídeos com uma resolução 720p. A qualidade final é aceitável, no entanto é audível o som do sistema de auto foco da câmara durante a filmagem, principalmente na gravação de objetos próximos.

Um dos fatores a contribuir para este problema encontra-se na localização próxima do microfone traseiro, utilizado na gravação de vídeos, junto da câmara.

 

 

Por fim, a câmara frontal apresenta uma baixa qualidade, com cores esbatidas e bastante ruido. Este poderá dever-se tanto ao software como à própria qualidade da câmara.

> Conclusão

Comparando o Huawei Ascend G610 com outros equipamentos Dual-SIM dentro da mesma gama de preços (cerca de 190 euros), é uma excelente alternativa, aliando qualidade com o desempenho, e um grande ecrã de 5 polegadas.

A Huawei encontrou uma forma de aliciar os utilizadores de equipamentos dual-SIM de topo sem sacrificar em certos pontos, como no desempenho. E isto englobando um preço final perfeitamente acessível.

No mercado nacional, no que respeita a equipamentos dual-SIM, as alternativas são reduzidas. Uma das principais é a Samsung, mas sacrifica em ambos pontos fundamentais: a relação preço/qualidade/desempenho. O Huawei Ascend G610 consegue assimilar essa relação na perfeição.

O TugaTech agradece à Huawei pela disponibilidade do produto para teste.
 
A Huawei (nome oficial: Huawei Technologies Co. Ltd.) é uma empresa multinacional de equipamentos para redes e telecomunicações sediada na cidade de Shenzhen, localizada na província de Guangdong, na China. Ela é a maior fornecedora de equipamentos para redes e telecomunicações da China e a segunda maior do mundo, atrás apenas da Ericsson.
 
A Huawei foi fundada em 1988 por Ren Zhengfei e é uma empresa proprietária. Suas atividades principais são pesquisa e desenvolvimento, a produção e o marketing de equipamentos de telecomunicações, e o fornecimento de serviços personalizados de rede a operadoras de telecomunicações.

Huawei Ascend Y530 – O mais recente dispositivo da Huawei [Análise TT]

Huawei Ascend Y530

 

O Huawei Ascend Y530 é o mais recente equipamento de entrada de gama da Huawei, prometendo um bom desempenho aliado a um preço competitivo. Nesta análise do TugaTech iremos verificar se o objetivo foi cumprido.

O Huawei Ascend Y530 possui entre as suas características um ecrã de 4.5 polegadas com uma resolução de 854 x 480 pixéis, um processador Snapdragon 200 MSM8210 dual-core a 1.2GHz, 512MB de RAM, 4GB de memória interna, uma câmara traseira de 5.0 MP e uma câmara frontal VGA. A nível do sistema operativo é utilizado o Android 4.3 Jelly Bean.

> Design

Na parte frontal do equipamento podemos verificar o ecrã, com um design bastante tradicional da Huawei, juntamente com os botões sensíveis ao toque, o altifalante frontal, o sensor de luminosidade e a câmara VGA.

A Huawei pretende manter o design dos seus equipamentos sem a utilização de botões físicos. Uma grande parte dos dispositivos da marca baseiam-se em teclas touch ou via software.

Na parte posterior podemos encontrar a câmara, adjacente ao LED flash e ao altifalante, juntamente com o logotipo da Huawei por debaixo da câmara.

Já na parte lateral encontramos os botões de volume e o botão Power.

Por fim, encontramos na parte superior da estrutura a entrada para os auscultadores de 3.5mm e, na parte inferior, a entrada USB para o carregamento e ligação ao computador.

No geral, o design do Huawei Ascend Y530 é atraente, contando com um design curvo na lateral e um plástico agradável ao toque. Este material também é bastante bom a nível das tradicionais “dedadas” que muitas vezes ficam sobre o plástico, não sendo visíveis de todo.

A nível do sistema operativo, é utilizado o Android 4.3 Jelly Bean. Até à data da realização desta análise, não se encontrava disponível nenhuma nova atualização. No entanto a versão 4.3 do Android será perfeitamente aceitável, mesmo não se tratando da mais recente 4.4 (KitKat).

Por fim, o único ponto negativo a frisar será o espaço ocupado pelas aplicações predefinidas. O Ascend Y530 possui várias aplicações instaladas por predefinição, sendo que, dos 4GB de memória interna, apenas cerca de 1.7GB se encontram disponíveis para o utilizador. Obviamente, pode sempre ser utilizado um cartão de memória para aumentar este limite, mas, mesmo assim, o espaço interno é limitativo.

> Interface

Como é normal encontrarmos em dispositivos da Huawei, a empresa continua a apostar na sua interface Emotion UI. Neste aspeto, os gostos variam consoante os utilizadores.

Um dos pontos principais da interface Emotion UI encontra-se na simplicidade de utilização. A Huawei pretende disponibilizar uma interface de fácil utilização para qualquer utilizador, contando com as principais ferramentas disponíveis em um clique.

Apesar da vantagem na simplicidade de utilização, alguns utilizadores preferem a interface padrão do Android. Isto não se trata, de todo, de uma limitação, visto que poderá sempre ser instalado um launcher específico da Google Play.

A nível do desempenho da interface, apesar do Snapdragon 200 não ser um processador de topo, a utilização é fluída. Não existem atrasos nas animações e na utilização geral do sistema.

> Desempenho

O Huawei Ascend Y530 não é considerado um smartphone de topo. Por este motivo, o desempenho não se espera que seja, à partida, elevado.

Para uma clarificação mais gráfica deste ponto, realizamos o teste utilizando a aplicação Antutu.

 

No final, o Y530 obteve cerca de 11890 pontos. Um valor razoável tendo em conta o equipamento e os seus componentes.

Este desempenho será mais do que suficiente para a maioria das aplicações, assim como para a realização de multi-tasking. Será igualmente aceitável para certos jogos, mas poderá ser verificada uma perda de fluidez em jogos 3D mais exigentes.

> Bateria

O Ascend Y530 possui uma bateria de 1700mAh que, no geral, se revelou ser satisfatória. Apesar de ainda ser necessário um carregamento diário para uma utilização média-elevada do dispositivo, é perfeitamente possível atingir uma carga completa da bateria por dois dias com uma baixa utilização.

Nos testes realizamos a visualização de um filme durante 85 minutos, com o ecrã sempre ligado. a luz de fundo no máximo e a bateria carregada a 100%. Após este teste, a bateria encontrava-se a 71%, um valor perfeitamente razoável para a utilização.

> Câmara

A câmara de 5MP é perfeitamente aceitável para a maioria dos equipamentos de baixa/média gama. No caso do Y530, as fotografias possuem uma qualidade razoável e aceitável para uma utilização diária.

No entanto, em ambientes de fraca luminosidade, existe uma certa perda de tonalidade nas cores. O zoom digital também não é recomendado, visto que é perfeitamente visível o efeito dos “pixéis”. No entanto, este fenómeno ocorre em praticamente qualquer equipamento móvel desta gama.

 

(Clique para visualizar a imagem completa)

Os vídeos possuem igualmente uma boa qualidade para uma gravação esporádica. No entanto, tal como nas fotos, pecam em ambientes de fraca luminosidade.

Por fim, a aplicação da Câmara é relativamente simples de utilizar mas completa. Disponibiliza as várias opções de uma forma clara acessível.

É ainda disponibilizado um modo panorama e a possibilidade de aplicar filtros às fotos (um pouco como o Instagram).

 

> Conclusão

No geral, o Huawei Ascend Y530 é um bom equipamento de baixa/média gama. Possui boas características para quem procura um equipamento barato, de qualidade e para uma utilização diária regular.

A interface Emotion UI é, sem dúvida, um ponto a favor para o dispositivo. Torna a utilização do dispositivo mais simples, mesmo para quem nunca tenha utilizado um equipamento Android. No entanto, esta opinião poderá variar de pessoa para pessoa.

A câmara, apesar de não ser excelente, é relativamente boa e possui vários extras agradáveis a nível do software.

Por fim, a bateria possui uma durabilidade acima da média para estes dispositivos, sendo outro dos pontos a favor.

A nível dos aspetos negativos encontra-se a na falta de espaço interno. Atualmente, 4GB é relativamente pouco para um dispositivo móvel. Este é ainda mais limitado se tivermos em conta que apenas cerca de 1.7GB se encontram efetivamente disponíveis.

Apesar de este ponto poder ser melhorado com um cartão SD, ainda existem muitas aplicações que não podem ser instaladas nestes, tornando-se assim inútil a utilização do microSD para estes casos.

Da mesma forma, o equipamento não possui características para os utilizadores de jogos 3D exigentes e várias aplicações de fundo ativas. Apesar de ser mais do que suficiente para uma utilização diária, poderá ser verificada uma perda de desempenho se forem utilizadas várias aplicações “em fundo”.

No entanto, englobando todos os pontos, o Huawei Ascend Y530 é um excelente dispositivo para quem procura um equipamento barato (cerca de 150 euros) e com características suficientes para uma utilização regular, embora, com um pouco mais de investimento, seja possível encontrar alternativas superiores.

O TugaTech agradece à Huawei pela disponibilidade do produto para teste.
 
A Huawei (nome oficial: Huawei Technologies Co. Ltd.) é uma empresa multinacional de equipamentos para redes e telecomunicações sediada na cidade de Shenzhen, localizada na província de Guangdong, na China. Ela é a maior fornecedora de equipamentos para redes e telecomunicações da China e a segunda maior do mundo, atrás apenas da Ericsson.
 
A Huawei foi fundada em 1988 por Ren Zhengfei e é uma empresa proprietária. Suas atividades principais são pesquisa e desenvolvimento, a produção e o marketing de equipamentos de telecomunicações, e o fornecimento de serviços personalizados de rede a operadoras de telecomunicações.

SK telecom Smart Beam – Um projector na palma da mão [Análise TT]

SK telecom Smart Beam

 

Quando se pensa em projetores muitos imaginam grandes equipamentos, muitas vezes pendurados no teto ou sobre mesas. Seria difícil imaginar um destes projetores na palma da mão? O SK telecom Smart Beam consegue concretizar esse sonho.

Os projetores conhecidos como “pico” caracterizam-se por serem pequenos, leves e portáteis. Apesar de existirem alguns modelos no mercado, muitos ainda continuam a possuir dimensões elevadas, pouca qualidade nas imagens ou um preço elevado.

O SK telecom Smart Beam pretende oferecer qualidade e portabilidade, mas será que consegue?

A nível das características, o SK telecom Smart Beam conta com um brilho de 35 Lumens, um contraste 800:1, um tamanho de 5 x 5 x 5 cm, e possibilita a projeção entre 30 e 90 polegadas com uma resolução de 640x480px. Possui ainda uma bateria integrada que, de acordo com a empresa, permite uma autonomia de 2 horas.

Este possibilita a ligação a qualquer dispositivo móvel que suporte a saída de imagem MHL ou HDMI. Isto inclui equipamentos como o Samsung Galaxy S5 ou o iPhone, assim como tablets (iPad,etc). No entanto nem todos os equipamentos são compatíveis com este formato de saída. Dessa forma, a utilização fica limitada.

Embora possa não ser compatível com todos os dispositivos móveis, é possível efetuar a ligação via HDMI, que abrange um conjunto mais elevado de dispositivos. Isto inclui a ligação HDMI das placas gráficas e de portáteis.

O design é, basicamente, um quadrado. Com apenas 5 cm e um peso de pouco mais de 128 gramas, é realmente portátil e simples de armazenar. Como comparação, poderá verificar a foto entre o projetor e uma moeda de 2 euros:

Não existem grandes botões em toda a estrutura.

Na parte frontal encontramos a saída de projeção, juntamente com o logotipo da marca.

Numa das laterais encontramos o botão “Power” juntamente com a entrada para a ligação dos dispositivos (Bean).

Na segunda lateral encontramos uma pequena roda para ajustar o foco da imagem, assim como a entrada microUSB para efetuar o carregamento.

Não existe forma de regular o zoom da projeção, expeto movimentando o próprio dispositivo.

Por fim, é ainda incluído uma pequena “capa” de silicone para proteger o dispositivo de possíveis quedas, assim como para garantir um pouco mais de aderência nas superfícies de apoio.

 

> Qualidade de imagem

Sendo um projetor, a qualidade de imagem é importante. Neste ponto, o Smart Beam peca em alguns aspetos.

Em primeira instância, numa utilização regular, a qualidade da imagem e o contraste são baixos. As cores não são vivas o suficiente e os pretos possuem uma tonalidade demasiado clara.

Em seguida, é bastante importante selecionar a superfície de projeção. Superfícies lisas e claras revelam ser melhores neste aspeto.

Por fim, a projeção até possui uma qualidade razoável se for efetuada num ambiente escuro. A título de exemplo, num escritório com as janelas fechadas e luzes apagadas. Ou numa sala.

No entanto, para uma utilização sobre condições normais e de luminosidade média/elevada a projeção poderá ser imperceptível ou perder qualidade/contraste.

> Bateria

A empresa promete uma autonomia de 2 horas, sendo que este valor se encontra próximo dos valores obtidos nos nossos testes. No entanto existe sempre a possibilidade de utilizar o dispositivo enquanto este se encontra a carregar, embora envolva utilizar mais cabos.

> Conclusão

Apesar das expectativas elevadas, o SK telecom Smart Beam demonstrou ser um projetor destinado a utilizadores casuais ou que necessitem de um pequeno projetor para apresentações esporádicas.

A baixa resolução leva a uma perda de qualidade considerável em comparação com os dispositivos a que se encontra ligado. Muitos desses equipamentos até deverão possuir uma resolução superior à do próprio projetor.

A falta de compatibilidade com os dispositivos móveis é outro ponto negativo a apontar. Apesar da ligação MHL se encontrar em vários dispositivos, ainda se encontra restrito a equipamentos de média/alta gama. Isto limita consideravelmente as possibilidades de utilização.

No entanto, o suporte a HDMI é uma mais valia, tendo em conta que todos os computadores atuais e equipamentos domésticos possuem esta ligação. Poderá perfeitamente utilizar o projetor para realizar pequenas apresentações num portátil ou até para apresentações de imagens.

Por fim, é importante sublinhar que a disponibilidade do equipamento é limitada. Apenas certas lojas o possuem em venda ao público, sendo que, noutros casos, será necessário optar por comprar em lojas no estrangeiro.

A Orange disponibiliza o SK telecom Smart Beam na sua loja online por 299 euros.

Análise Noctua NH-U9S e Noctua NH-D9L

noctua nh-u9s

Análise Noctua NH-U9S e Noctua NH-D9L

 

Para qualquer entusiasta de overclocking, a Noctua é uma marca de referencia a nível mundial. Os coolers de elevado desempenho são a especialidade da marca. Hoje iremos analisar duas das opções no portefólio da empresa: o Noctua NH-U9S e o Noctua NH-D9L.

Ambos estes modelos contam com características bastante similares, porém é nos pequenos detalhes que se encontram as diferenças.

O Noctua NH-U9S (o da imagem no topo deste artigo) trata-se de um cooler para CPU compacto, que promete um elevado desempenho em conjunto com a compatibilidade com a maioria dos sistemas. Com uma altura de 125mm, destaca-se a compatibilidade com a maioria das caixas ITX sem afetar os componentes em redor.

noctua nh-d9l

Já o Noctua NH-D9L conta com menos 15mm do que o modelo anterior, tendo assim uma altura de 110mm. Porém não se interprete menos tamanho com um desempenho inferior, já que o NH-D9L continua a oferecer qualidade e características de topo, sendo de destacar o suporte a caixas 3U.

> Descrição Geral

Ambos os modelos possuem as tradicionais embalagens da Noctua, com toda a informação e destaques bem visiveis.

Olhando para a embalagem dos coolers, podemos verificas as várias informações sobre os mesmo, assim como o destaque às principais características, como 100% de compatibilidade com a RAM e ITX.

caixa

caixa

Abrindo a embalagem, podemos verificar imediatamente o cooler, juntamente com o kit de montagem SecuFirm2, que permite a instalação numa variada gama de sockets Intel e AMD. Para os mais esquecidos, a Noctua inclui ainda uma pequena seringa de pasta térmica NT-H1.

Destaca-se ainda a existência de um adaptador de baixo ruido para a ventoinha, que permite reduzir a velocidade da mesma para uma operação mais silenciosa.

noctua kit

noctua kit low

noctua cooler

Passando aos coolers propriamente ditos, podemos verificar que o design padrão da Noctua continua a evidenciar-se nestes modelos. A ventoinha é anexada ao dissipador via um clip de metal. No caso do NH-U9S a ventoinha encontra-se na lateral, sendo que no NH-D9L esta é instalada entre os dissipadores. É ainda possível adicionar uma segunda ventoinha, para um arrefecimento adicional. Apesar das diferenças na instalação das ventoinhas, estas possuem um funcionamento similar em ambos os casos.

> Noctua NH-U9S

noctua nh-u9s

noctua

Visualização em 360º (necessita de Flash)

> Noctua NH-D9L

noctua nh-d9l

noctua

noctua

Visualização em 360º (necessita de Flash)

Os 125mm de altura direccionam este cooler para sistemas com restrições de espaço ou que possuam motherboards com componentes muito próximos.

noctua

A ventoinha utilizada é a Noctua NF-A9 de 92mm, que possui uma ligação PWM e pode ser utilizada com uma velocidade mínima de 400 RPM. Já a velocidade máxima será de 2000 RPM, sendo o volume nesta de 22.8 dBA. Mesmo na velocidade máxima, o ruído é relativamente reduzido, uma mais valia para quem procure um sistema silencioso.

noctua fan

> Especificações

Noctua NH-U9S:

– Compatibilidade: Intel LGA 2011/v3/1366/1155/1156/1150/1150/775 e AMD FM2/FM1/AM3+/AM3/AM2+/AM2

– Dimensões: 125 x 95 x 95 mm

– Material: Cobre (base e nos heat-pipes), alumínio (cooling fins), juntas soldadas e niqueladas

– Ventoinha: 1x Noctua NF-A9 PWM

– Velocidade da Ventoinha: 400-2000RPM

– Fluxo de ar máximo: 78,9 m3/h

– Ruido: aprox. 22.8 dBA

– Vida Útil: 150.000 horas

Noctua NH-D9L:

– Compatibilidade: Intel LGA 2011-0 & LGA2011-3 (Square ILM), LGA1156, LGA1155, LGA1151, LGA1150 & AMD FM2/FM1/AM3+/AM3/AM2+/AM2

– Dimensões: 110 x 95 x 95 mm

– Material: Cobre (base e nos heat-pipes), alumínio (cooling fins), juntas soldadas e niqueladas

– Ventoinha: 1x Noctua NF-A9 PWM

– Velocidade da Ventoinha: 400-2000RPM

– Fluxo de ar máximo: 78,9 m3/h

– Ruido: aprox. 22.8 dBA

– Vida Útil: 150.000 horas

Destacam-se ainda as principais características de cada modelo:

Noctua NH-U9S:

– Série-U vencedora de prémios internacionais

– 100% de compatibilidade RAM

– 100% de compatível com placas PCI-E em sistemas micro-ITX

– Ventoinha NF-A9 Premium

– Suporte a PWM e Adaptador de baixo ruido

– Preparado para montagem de duas ventoinhas

– Sistema de Montagem SecuFirm2™️

– Compatibilidade com múltiplos sockets

– Pasta térmica NT-H1

– Garantia de 6 anos

Noctua NH-D9L:

– Dissipador de baixo perfil

– Compatibilidade com caixas 3U

– 100% de compatibilidade RAM

– 100% compatível com placas PCI-E em sistemas micro-ITX

– Ventoinha NF-A9 Premium

– Suporte a PWM e Adaptador de baixo ruido

– Preparado para montagem de duas ventoinhas

– Sistema de Montagem SecuFirm2™️

– Compatibilidade com múltiplos sockets

– Pasta térmica NT-H1

– Garantia de 6 anos

> Instalação

Ambos os coolers possuem suporte a uma vasta gama de sockets, pelo que não deverão apresentar problemas de compatibilidade no momento da instalação.

O manual de instruções para este procedimento também é bastante detalhado, o que facilita o processo mesmo a quem possua poucos conhecimentos para tal. Todas as ferramentas necessárias para o processo são fornecidas pela própria Noctua.

> Testes

Para o teste aos coolers utilizamos o seguinte sistema:

Motherboard: Asus Z97-A – Socket 1150

Processador: Intel Core I5 4690K 3.5Ghz ( OC @ 4.3Ghz )

Memórias: 4x GSkill Ripjaws 4GB 1600Mhz CL8

Placa Gráfica: Gigabyte R9 270X

Fonte de Alimentação: Corsair CX750M

Caixa: CORSAIR GRAPHITE SERIES 760T @ Ventoinhas na parte frontal, traseira e topo

Procedemos com o teste das temperaturas utilizando o programa OCCT, em benchmark para o CPU. Em todos os testes utilizamos as mesmas definições, tendo o mesmo a duração de 30 minutos. A temperatura ambiente encontrava-se nos 24ºC.

Passando aos resultados:

temperaturas

temperaturas

Tendo em conta o suporte às duas ventoinhas em ambos os modelos, testamos igualmente esta configuração com uma segunda ventoinha Noctua NF-A9, tendo sido obtidos os seguintes resultados:

temperatura dual fan

temperatura dual-fan

Conforme se pode verificar, a temperatura obtida cumpre o esperado para o Noctua NH-U9S e para o NH-D9L, tanto em sistemas com ou sem overclock.

É possível verificar que a diferença no tamanho do NH-D9L também possui algum impacto na dissipação do calor. Porém, mesmo neste, as temperaturas obtidas continuam a ser perfeitamente aceitáveis e dentro do esperado.

A utilização de duas ventoinhas reduziu a temperatura em cerca de 3 / 4ºC em ambos os modelos, o que não pode ser considerada uma grande melhoria para uma utilização regular, tendo em conta o ruido adicional.

Porém, num sistema em overclock e para sistemas que trabalhem constantemente com um elevado uso do processador, poderá trazer vantagens a longo prazo.

De ressalvar que o ruido presenciado na configuração de duas ventoinhas foi ligeiramente inferior no NH-D9L. Isto poderá dever-se ao formato ligeiramente diferente deste modelo, porém é importante sublinhar que ambos os modelos são relativamente silenciosos durante a utilização.

> Conclusão

No geral, a Noctua presenteia-nos com mais dois coolers de qualidade, como já é habitual da marca.

O Noctua NH-U9S é um excelente cooler para quem procura uma solução de arrefecimento económica, mas robusta. Este encontra-se à venda por cerca de 60 euros, sendo que pode ser considerada uma alternativa bastante recomendada a alguns coolers mais caros de outras marcas.

Por fim, o Noctua NH-D9L providencia um desempenho superior para quem procura um arrefecimento eficiente em caixas mais pequenas. Com uma altura de apenas 11cm não terá problemas no momento da instalação ou surpresas em caso de upgrade.

A diminuição no tamanho, porém, vem com uma ligeira perda de arrefecimento final quando comparado com o NH-U9S. Mas, mesmo assim, são valores ainda perfeitamente adequados.

O Noctua NH-D9L encontra-se à venda com um preço médio de 50 euros

A compatibilidade com múltiplos sistemas também será uma das principais vantagens, tendo em conta que não será necessárias preocupações no momento de realizar o upgrade ao sistema, tanto a nível do processador como da RAM.

No geral, ambos os coolers são o que já se esperaria de uma marca como a Noctua: qualidade e performance acima da média, com um preço em conta.

TugaTech Aprova

Umi Rome X – Desempenho a preço acessível [Análise TT]

Analise Umi Rome X

A marca Umi pode não possuir a mesma popularidade no mercado nacional que a Samsung ou a Apple, no entanto ainda é capaz de fornecer equipamentos de elevada qualidade e, o mais importante, a preços bastante acessíveis. O Umi Rome X é um excelente exemplo disso.

Prometendo um desempenho elevado a um preço reduzido, o Umi Rome X trata-se de um modelo mais simples da linha Rome, mas mantendo o mesmo design premium que se encontra no seu “irmão”.

O preço será, sem dúvida, o principal atrativo, estando disponível por menos de 70 euros já com os portes contabilizados.

Vamos começar por realizar uma análise superficial ao mesmo.

> Design

Logo de imediato, podemos verificar grandes semelhanças entre o Rome X e equipamentos como o Samsung Galaxy S6. O design é praticamente idêntico, apenas com subtis alterações.

Conforme se pode verificar nas imagens, o equipamento possui uma estrutura em metal, o que garante uma maior resistência e proteção do próprio equipamento.

umi rome x

Na parte frontal encontramos o ecrã de 5.5 polegadas LTPS, de resolução 1280 x 720 pixels (267 dpi). Temos ainda visíveis os tradicionais botões do sistema Android, a câmara frontal de 2MP e, uma boa adição para quem pretenda a “selfie perfeita”, um pequeno flash frontal.

Este modelo de teste possuía ainda uma pequena pelicula plástica de proteção, aplicada já de fábrica. Não teremos a certeza se os modelos finais irão possuir esta, no entanto será possível a sua remoção sem problemas de maior.

umi rome x

A adição do flash frontal permite retirar fotos mesmo em ambientes mais escuros. Poderá também ser utilizado de forma permanente, o que permite que mantenha a luz ligada, por exemplo, durante a gravação de um vídeo. A câmara de 2MP não é propriamente excelente, mas é mais do que suficiente para as tradicionais fotos e vídeos frontais.

Na parte inferior encontramos os Speakers e a entrada Micro-USB, e na parte superior temos a tradicional entrada dos headphones.

fundo rome x

A nível da lateral, podemos verificar que o equipamento é relativamente fino, contando apenas com uma espessura de 7.9mm. A câmara traseira, porém, fica um pouco saliente na superficie.

rome x

topo rome x

Na parte posterior encontramos então a câmara de 13MP, com sensor Sony IMX179, e um duplo flash LED. Novamente, não se trata de uma câmara excelente, mas é mais do que suficiente para fotografias e vídeos pessoais com boa qualidade.

rome x traseira

rome x traseira

A capa traseira pode ser retirada, para permitir o acesso interno ao equipamento.

Notamos uma cerca fragilidade nesta capa. Ao contrário da restante estrutura, a mesma é produzida num material plástico maleável, que pode ser facilmente danificado caso não se tenha cuidado na abertura do equipamento. Porém, possui o benefício de a poder substituir por outra, se necessário, através da compra de capas.

O material plástico da mesma também deixa um pouco de impressões digitais.

interior rome x

No interior do equipamento temos acesso ao sistema de cartões MicroSD e Micro-SIM. Como se trata de um equipamento Dual-Sim poderão ser utilizados dois cartões em simultâneo.

interior sim e microsd rome x

Destaque ainda para a bateria removível de 2500 mAh, que permite uma autonomia razoável para uma utilização diária do equipamento.

Ainda neste tema, de referir que o equipamento vem em conjunto com um carregador simples USB e o respetivo cabo micro usb.

bateria rome x

Este modelo possuía ainda como extra uma pequena película protetora, no entanto não teremos certeza se esta virá com as compras finais dos utilizadores, ou se seria apenas um extra para este equipamento de teste.

rome x pelicula protectora

Algo que não se encontra visível do exterior são os componentes internos. E aqui o Umi Rome X conta com um SoC MediaTek MT6580, um quad-core a 1.30 GHz, 1 GB de RAM e 8GB de armazenamento interno. O sistema operativo será o Android Lollipop (v 5.1.1), embora deva receber a atualização para o Android 6.0 no futuro.

> Sistema

Conforme anteriormente referido, o sistema operativo trata-se do Android Lollipop 5.1.1. A Umi garante que irá disponibilizar a atualização para o Android 6.0 mas, até à realização desta análise, isso ainda não tinha ocorrido.

rome x android

Esta versão do Android foi ligeiramente personalizada pela Umi, sendo que conta com algumas melhorias em relação ao Android Nativo da Google.

Um dos destaques encontra-se na funcionalidade “MiraVision”, que permite adaptar o contraste e cor da imagem no ecrã. O utilizador poderá selecionar entre diferentes perfis para melhorar o contraste do ecrã e, consequentemente, a qualidade da imagem apresentada.

miravison rome x

rome x miravision

Destaque ainda para um conjunto de atalhos que poderão ser realizados diretamente do ecrã de Stand-by. A título de exemplo, além do tradicional duplo toque para despertar o ecrã, é ainda possível aceder à câmara rapidamente, desenhando um “C” no ecrã (poderá verificar a funcionalidade em funcionamento no vídeo da review).

atalhos android rome x

Um ponto negativo que verificamos neste modelo encontra-se, porém, no espaço de armazenamento que o mesmo anuncia e o que efetivamente apresenta.

O equipamento encontra-se marcado com tendo 8GB de armazenamento interno, porém, no equipamento que recebemos para este teste, não conseguimos verificar mais do que aproximadamente 5 GB (4.95GB para sermos exatos).

rome x android armazenamento

De sublinhar que o modelo testado pelo TugaTech trata-se de um equipamento de teste, mas que será em tudo similar ao modelo final no mercado. Não conseguimos verificar exatamente o motivo desta diminuição, assim como se a mesma estará presente nos equipamentos finais, no entanto é importante sublinhar que é possível utilizar cartões MicroSD até 64GB.

Avançado, deixamos em seguida algumas imagens retiradas pelo CPU-Z, que permitem confirmar o processador e RAM do equipamento, assim como a temperatura durante uma utilização regular:

cpuz rome x

cpuz android rome x

rome x cpuz temepratura

> Benchmarks

Para um equipamento deste tipo, não estaríamos a esperar resultados bastante elevados nos testes de benchmark. Porém, tendo em conta a relação preço/desempenho, obtemos valores respeitáveis para um equipamento deste tipo.

AnTuTu:

antutu rome x

Quadrant Standard:

rome x quadrant

Estes demonstram que o equipamento será mais do que suficiente para quem procure um smartphone para o dia-a-dia, assim como para quem costume jogar alguns títulos simples, sobretudo tendo em conta que se trata de um equipamento de 70 euros.

> Final

Em resumo, a Umi Rome X oferece um desempenho aceitável para a maioria dos utilizadores, com um design premium e a um preço bastante competitivo.

Será um equipamento perfeito para quem o pretenda utilizar no dia a dia, em que não necessite de realizar tarefas elaboradas ou jogar jogos pesados. E o preço certamente que o fará atrair se estiver a pensar em poupar.

Caso tenha interesse em adquirir o Umi Rome X, poderá realizar a encomenda a partir do parceiro do TugaTech “Antelife”, diretamente neste link.

selo aprovação

Análise TT – Noctua NH-D15S

Noctua NH-D15S

No passado já analisamos vários coolers da Noctua, sendo que nunca ficamos desiludidos com o desempenho dos mesmos. E o NH-D15S não será uma exceção.

Prometendo um elevado desempenho e compatibilidade, o cooler NH-D15S será uma versão ligeiramente reduzida do NH-D15, contando com maior compatibilidade da RAM e placas PCI. Vendo apenas pelo design, seria difícil encontrarmos grandes modificações entre o NH-D15S e o NH-D15, mas é nos pormenores que está a diferença…

A principal diferença com o NH-D15 encontra-se no facto de o NH-D15S ser uma versão “single fan”. Ou seja, foi removida uma das ventoinhas que estariam presentes no NH-D15 para garantir uma maior compatibilidade com a RAM. O próprio bloco de refrigeração onde se encontra a ventoinha sofreu um ligeiro alongamento, de forma a permitir a compatibilidade máxima. A ventoinha utilizada é uma Noctua NF-A15 PWM, que com as 1500 RPM garante um alto desempenho e um baixo ruído.

No total, o NH-D15S possui 165 mm de altura e 150 mm de comprimento (já com a ventoinha), o que será aceitável para a maioria das caixas ITX. Na base podemos encontrar seis heatpipes de 6mm, que fornecem um arrefecimento de topo.

> Descrição Geral

A embalagem apresenta toda a informação principal de forma visível, dando destaque à compatibilidade com a RAM e placas PCIe. Não existem grandes diferenças em comparação com o de outros modelos da marca.

cooler noctua

Já dentro da embalagem, além obviamente do cooler, encontra-se o kit de montagem SecuFirm2, que permite a instalação numa variada gama de sockets Intel e AMD. Como sempre, a Noctua também inclui uma pequena chave e pasta térmica NT-H1. As instruções de montagem também se encontram presentes em diversos idiomas, sendo de fácil compreensão mesmo para quem nunca tenha montado um sistema da Noctua.

cooler noctua

Para quem pretenda montar uma segunda ventoinha no cooler, são fornecidos dois pequenos “clips” de montagem, que poderão ser utilizados com qualquer ventoinha de 120 e 140mm (esta última recomendada).

noctua

Destaca-se ainda a existência de um adaptador de baixo ruído para a ventoinha, que permite reduzir a velocidade da mesma para uma operação mais silenciosa, passando de uma velocidade máxima de 1500 rpm para aproximadamente 1200 rpm, sem adaptações via software ou BIOS.

> Cooler

O Noctua NH-D15S possui dois blocos de dissipação, separados pela ventoinha Noctua NF-A15. O design é bastante similar ao que vemos em outros modelos da Noctua, mantendo um aspeto limpo e agradável à vista.

noctua

A ventoinha, conforme seja colocada, fica um pouco acima da linha do cooler, mas mantém-se o design elegante e limpo.

noctua

Destaca-se os pequenos detalhes para permitir a maior compatibilidade possível na RAM e placas PCIe, como é o caso das pequenas saliências laterais, que se adaptar mesmo a módulos de RAM maiores do que o normal. De resto, podemos verificar a existência dos seis heatpipes na base (de cada lado, totalizando assim 12 heatpipes), que se interligam à base do CPU.

noctua

A compatibilidade com a maioria dos módulos RAM, porém, vem com o preço de se sacrificar um pouco a facilidade de manutenção destes módulos estando o cooler instalado. Em certos modelos de módulos RAM e conforme a motherboard, somente será possível aceder aos mesmos se o cooler for removido, o que dificulta um pouco o processo de montagem.

noctua ram

Vista 360º (necessita de ativar o flash):

> Especificações

Compatibilidade: Intel LGA2011-0 & LGA2011-3, LGA1156, LGA1155, LGA1151, LGA1150 e AMD AM2, AM2+, AM3, AM3+, FM1, FM2, FM2+

Dimensões:

— Sem ventoinha: 160 x 150 x 135 mm

— Com ventoinha: 165 x  150 x 135 mm

Material: Cobre (base e nos heat-pipes), alumínio (cooling fins), juntas soldadas e niqueladas

Ventoinha: 1x Noctua NF-A15

Velocidade da Ventoinha: 1500rpm (1200 RPM com adaptador de redução de ruido)

Fluxo de ar máximo: 140,2 m3/h

Ruido: aprox. 24.6 dBA (19,2 dBA com adaptador)

Vida Útil: > 150.000 horas

Destaque ainda para as principais características:

– Elevada compatibilidade com a memória RAM

– Disposição assimétrica para uma melhor compatibilidade com placas PCI-E

– Ventoinha NF-A15 140mm

– Ventoinha PWM e Adaptador de baixo ruido

– Preparado para sistema de duas ventoinhas

– Sistema de Montagem SecuFirm2

– Garantia de 6 anos

> Instalação

O SecuFirm2 continua a fazer justiça ao seu nome, possibilitando uma montagem simples e rápida tanto em processadores Intel como AMD.

Não existem modificações no formato de instalação deste sistema, pelo que quem já esteja habituado a montar coolers da Noctua não irá verificar qualquer diferença. Para os restantes, os guias de instalação fornecidos são bastante detalhados, o que facilita bastante.

> Testes

Para o teste ao cooler utilizamos o seguinte sistema:

Motherboard: Asus Z97-A – Socket 1150

Processador: Intel Core I5 4690K 3.5Ghz ( OC @ 4.3Ghz )

Memórias: 4x GSkill Ripjaws 4GB 1600Mhz CL8

Placa Gráfica: Gigabyte R9 270X

Fonte de Alimentação: Corsair CX750M

Caixa: CORSAIR GRAPHITE SERIES 760T @ Ventoinhas na parte frontal, traseira e topo

Procedemos com o teste das temperaturas utilizando o programa OCCT, em benchmark regular para o CPU. Em todos os testes utilizamos as mesmas definições, tendo o mesmo a duração de 30 minutos. A temperatura ambiente encontrava-se nos 25ºC.

Passando aos resultados:

temperatura single fan

Visto que o modelo suporta igualmente a configuração com duas ventoinhas, aplicamos uma segunda Noctua NF-A9, sendo que foram obtidos os seguintes resultados:

temperatura dual fan

Rapidamente podemos verificar que as temperaturas obtidas são bastante boas para a qualidade do cooler. O resultado será bastante agradável, tanto para quem costume jogar intensivamente como para quem decida realizar overclock mais elaborado.

A adição da segunda ventoinha produz igualmente uma redução na temperatura final, mas a custo de um ruido ligeiramente superior. De sublinhar que, por si só, a Noctua NF-A9 é bastante silenciosa.

A temperatura com overclock está igualmente próxima do que verificamos em diversos modelos de coolers com blocos de watercooling. Desta forma, o NH-D15S será uma excelente opção para quem não pretenda investir nestas soluções.

> Conclusão

Como seria de esperar, a Noctua continua a presentear-nos com sistemas de arrefecimento de topo, com uma qualidade imbatível e desempenho incontornável.

Um cooler poderoso para os utilizadores mais exigentes, que não irá pesar demasiado na carteira. Apesar das dimensões algo elevadas para algumas caixas, a troca das mesmas por um desempenho acima da média é, sem duvida, bem-vinda (pelo menos aqui para o TugaTech).

O Noctua NH-D15S é uma das melhores opções existentes de arrefecimento a ar, sendo imbatível tanto na qualidade como no desempenho, algo a que a Noctua já nos habituou.

escolha ouroaprovado

Os melhores portáteis qualidade/preço de 2016 – Lista TugaTech

Melhores portáteis de 2016

Está a iniciar-se mais um ano letivo, e é nesta altura que muita gente procura novos equipamentos para ajudar ao longo do ano. E aqui falamos especificamente de novos portáteis, uma ferramenta útil tanto para miúdos como graúdos.

Uma das principais questões colocadas no Fórum do TugaTech encontra-se sobre qual é o melhor portátil para uma determinada tarefa. E com centenas de modelos no mercado, certamente que a dúvida é recorrente. Qual é o melhor em desempenho? E na durabilidade? E qualidade de construção? E o preço?

Muitas questões que complicam na hora de escolher um bom portátil para a SUA utilização. Para ajudar nessa escolha, iremos indicar neste artigo alguns dos melhores portáteis que poderá comprar atualmente, face a diferentes fatores e à utilização pretendida.

No entanto, fica uma nota inicial: apesar da lista que aqui é indicada, e devido à quantidade elevada de portáteis no mercado, poderão existir diversas alternativas. Utilize este artigo como um guia inicial para a escolha. Os modelos indicados foram os considerados como adaptados a cada categoria, face a uma relação qualidade, preço e desempenho, mas não serão os únicos. Para mais informações leia a nota no final do artigo.

E, em caso de duvida, pode sempre deixar o seu comentário ou criar um novo tópico no fórum.

Iremos separar esta lista em diferentes categorias:

  • Portáteis baratos
  • Portáteis para produtividade pessoal/pequenos jogos
  • Portáteis avançados para jogos/programas mais exigentes
  • Portáteis para jogos

Vamos então começar:

> Portáteis baratos

Nesta categoria engloba-se portáteis que se destinem a tarefas básicas, na sua grande maioria relacionadas com tarefas online e produtividade pessoal (office, etc). Não são equipamentos destinados a jogos ou programas exigentes.

O orçamento máximo estimado será de aproximadamente 400 euros.

Asus VivoBook 11.6″

Asus VivoBook 11.6

Um portátil simples, com um ecrã de 11.6 polegadas, e com apenas 1 Kg de peso total. Excelente caso pretenda uma solução leve para transportar para todo o lado.

A bateria promete uma autonomia de 13 horas em vídeo, permitindo uma vasta utilização entre recargas.

Mais informações

Lenovo IdeaPad 100S-11IBY 11.6″

Lenovo IdeaPad 100S-11IBY 11.6

Um portátil simples para tarefas igualmente simples. Dispõe de um processador Intel Atom Z3735F Quad-Core e 2 GB de RAM, oferecendo um bom desempenho para quem pretenda um sistema de trabalho diário, e o pretenda levar para todo o lado sem preocupações.

Mais informações

ASUS Transformer Book Flip

ASUS Transformer Book Flip

Uma solução prática para quem procure um portátil e um tablet, tudo num único equipamento. O ASUS Transformer Book Flip possui um ecrã reversível, o qual pode ser colocado no formato de um tablet. Útil para quem pretenda ter um sistema sempre à mão e acessível em qualquer situação.

O desempenho é igualmente aceitável, contando com um processador Intel Celeron N3050 Dual-Core e 4 GB de RAM.

Mais informações

> Portáteis para produtividade pessoal/pequenos jogos

Nesta categoria encontramos portáteis que são destinados, na sua grande maioria, a produtividade pessoal. Isto inclui realizar tarefas relativamente simples, como email, Internet e Office, mas que possam também envolver algumas aplicações mais exigentes, como editores de imagens.

Apesar de não serem destinados a jogos, estes sistemas podem aguentar relativamente bem alguns jogos mais simples e em qualidade reduzida.

O orçamento máximo estimado será de aproximadamente 650 euros.

Asus PRO 14″ P2420LA-WO0205R

Asus PRO 14

Destinado a quem não pretenda preocupar-se com o desempenho em tarefas diárias. Conta com um processador i3 5005U Dual-Core e 4GB de RAM, mas com possibilidade de expansão futura até 16GB.

Apesar de não possuir uma gráfica dedicada, a Intel HD Graphics 5500 consegue suportar alguns jogos simples ou programas mais exigentes neste componente (como certos editores de vídeo).

Mais informações

Toshiba Satellite Pro 14″ R40-C-105

Toshiba Satellite Pro 14

Um equipamento de entrada de gama, destinado a uma utilização profissional. O desempenho fica a cargo do i3-6100U Dual-Core e 4 GB de RAM. O ecrã de 14 polegadas juntamente com o peso de 1.75Kg também o tornam relativamente simples de transportar diariamente.

Mais informações

Asus A555UB-DM075 15.6″

Asus A555UB-DM075 15.6

O Asus A555UB-DM075 está projetado para quem pretenda realizar de tudo um pouco no sistema. Com um i5-6200U Dual-Core e 8GB de RAM, está preparado para tarefas diárias e também para pequenos jogos. O desempenho não será certamente problema, conjugando com um preço atrativo na relação desempenho/preço.

Mais informações

MSI CX70 2QF-624XPT

MSI CX70 2QF-624XPT

Este MSI, apesar de pecar um pouco no peso e no preço mais elevado que as alternativas anteriores, conjuga um desempenho superior. Poderiamos até considerar que este modelo já se enquadrava na categoria seguinte, oferecendo um bom desempenho geral e boa capacidade para jogos simples.

Mais informações

> Portáteis avançados para jogos/programas mais exigentes

Nesta categoria já entramos no grupo de portáteis mais avançados. O desempenho e a qualidade serão os principais fatores a ter em conta, mas o preço já será algo superior.

O orçamento máximo estimado será de aproximadamente 950 euros.

Asus 15.6″ X556UF-XO034T

Asus 15.6

Com um processador i7-6500U Dual-Core, 8GB de RAM e uma gráfica NVIDIA GeForce 930M de 2GB, este modelo será uma das melhores apostas caso procure desempenho e um preço não muito elevado.

O ecrã de 15.6 polegadas e o peso de 2.3Kg ainda o tornam uma boa solução para quem pretenda movimentar-se bastante com o equipamento.

Mais informações

MSI GL62 6QF-1001XPT

MSI GL62 6QF-1001XPT

Tal como o Asus anterior, este MSI oferece um excelente desempenho, entrando já na categoria dos jogos mais exigentes. Apesar de possuir um i5-6300HQ Quad-Core (inferior ao existente no Asus anterior), conta já com uma gráfica Nvidia GeForce GTX 960M. O preço torna-o uma excelente opção se pretende um sistema avançado para jogos mais exigentes, ou se apenas procura um desempenho geral elevado.

Mais informações

Toshiba Satellite Pro 15.6″ A50-C-1JJ

Toshiba Satellite Pro 15.6

Este modelo já não se enquadra tanto na categoria dos jogos, devido a possuir apenas uma Intel®️ HD Graphics 520 e o processador i7-6500U Dual-Core. No entanto, é neste processador que se encontra o ganho, ao disponibilizar um excelente desempenho geral para a grande maioria dos programas. A autonomia e o peso também o fazem uma boa aposta para quem pretenda mobilidade.

Se procura uma solução avançada em desempenho, mas os jogos não sejam a sua principal utilização, então esta é a melhor opção.

Mais informações

MSI GL62 6QF-1280XPT

MSI GL62 6QF-1280XPT

Este modelo alia o melhor dos dois mundos quando comparado com o Toshiba Satellite Pro anterior. Com o processador i7-6700HQ Quad-Core e a gráfica Nvidia GeForce GTX 960M, alia o desempenho elevado com a possibilidade de aguentar os jogos mais exigentes.

Apesar de pecar um pouco na autonomia, consoante a utilização, as características de topo fazem-no uma das melhores apostas dentro desta categoria (mas também a mais cara).

Mais informações

> Portáteis para jogos

Nesta categoria apresentamos os portáteis destinados sobretudo a jogos ou programas exigentes. O preço será o mais elevado de todas as categorias, mas o desempenho também será superior a qualquer outro dos modelos apresentados. A mobilidade não será um dos principais pontos a ter em conta.

Em resumo, são equipamentos para quem procure o melhor a nível de desempenho, e onde o preço não seja problema.

Não apresentamos um orçamento máximo estimado nesta categoria, visto que este ponto não terá (teoricamente) limite. Mas os equipamentos começam a partir de aproximadamente 1000 euros.

MSI GP62 6QF-1294XPT

MSI GP62 6QF-1294XPT

Para começar, fica um dos modelos mais baratos desta categoria, mas que oferece características de topo. Conta com um processador i7-6700HQ e a gráfica Nvidia GeForce GTX 960M, juntando ainda 16GB de RAM DDR4.

Com um perfil de overclock integrado, também permite obter um pouco mais de desempenho sempre que necessitar.

Mais informações

Asus ROG 15.6″ GL551VW-FW136T

Asus ROG 15.6

A linha ROG da Asus é bem conhecida por qualquer jogador. E, como não poderia deixar de ser, este modelo está totalmente preparado para os jogos mais exigentes.

Conta com um processador i7-6700HQ Quad-Core, 16GB de RAM DDR4 e uma Nvidia GTX960M de 4GB. A VRAM elevada na gráfica torna a mesma perfeita para tarefas exigentes ou jogos pesados em texturas de elevada qualidade.

Mais informações

MSI GE62VR 6RF-023PT Apache Pro

MSI GE62VR 6RF-023PT Apache Pro

Começamos a entrar numa categoria já bastante elevada. E, como tal, os preços também começam a sugir. Se procura um equipamento até 1700 euros de elevado desempenho, este MSI Apache Pro é perfeito.

Com um processador i7-6700HQ Quad-Core, conta já com a gráfica GeForce GTX 1060 com 6GB. Excelente desempenho gráfico, aliado a um reduzido consumo energético (ou seja, mais autonomia e menos calor). Este modelo também já se encontra com a certificação “VR READY”, pelo que fica preparado para o futuro da realidade virtual.

Mais informações

MSI WT72 6QI-666XPT

MSI WT72 6QI-666XPT

Mesmo que os jogos sejam o principal desta categoria, talvez esteja à procura de um portátil ainda para tarefas profissionais, mas exigentes. Aqui falamos de programas como AutoDesk ou variados da Adobe…

Nesse caso, esta “workstation” portátil é uma excelente opção. Conta com um processador i7-6700HQ Quad-Core, 16GB de RAM (com possibilidade de expansão até 64GB) e NVIDIA®️ Quadro®️ M1000M 2GB. A linha de gráficas Quadro da Nvidia é bem conhecida pelo seu desempenho em tarefas exigentes de processamento gráfico.

Mais informações

> Asus ROG GX700VO-76D98SB1 17.3″

Asus ROG 17.3

O preço não é problema? Este Asus ROG é possivelmente um dos melhores portáteis que poderá encontrar no mercado nacional, se estiver disposto a pagar o preço…

Conta com um processador i7-6820HK Quad-Core, 32GB de RAM, uma gráfica GTX980 de 8GB e um sistema de arrefecimento liquido. Desempenho, qualidade, mas sobre um preço que fica longe de muitos bolsos…

Mais informações

> E os Apple Macbook? E Chromebooks?

macbook

Neste guia tentamos centrar apenas portáteis destinados à maioria do público, tendo como relação o desempenho/preço/qualidade para cada categoria.

Sem duvida, tendo como exemplo o Macbook da Apple, tratam-se de excelentes equipamentos, de bom desempenho e qualidade. No entanto, tendo em conta a relação anterior, e face à categoria onde cada um se enquadra, o custo associado destes modelos é superior.

O mesmo se poderá aplicar aos Chromebooks, que podem ser mais destinados a um conjunto especifico de utilizadores.

> Nota importante

Tal como foi indicado no início deste artigo, existem centenas de diferentes modelos no mercado e em cada loja. Utilize este artigo como um guia inicial para a escolha. Os modelos indicados foram os considerados como adaptados a cada categoria, na data de escrita do mesmo, face a uma relação qualidade/preço/desempenho, mas não serão os únicos.

Dependendo da loja ou do mercado, podem existir alternativas igualmente recomendadas ou até superiores às que foram indicadas (veja-se, por exemplo, o caso de promoções). Antes de escolher o portátil final, verifique atentamente a loja onde vai comprar por alternativas.

E, como sempre, caso possua alguma dúvida, poderá criar um novo tópico no fórum do TugaTech, onde toda a comunidade poderá ajudar a escolher o SEU portátil.

Tecnologia futurista que acabou por fracassar

Tecnologia RIP

Quando uma empresa lança um novo produto no mercado, existe sempre uma certa antecipação por parte dos consumidores. Será o equipamento bom? Ou mau? E as empresas também sofrem um pouco, pois apesar de desenvolverem os seus produtos para tentarem apelar ao máximo de consumidores possíveis, nem sempre isso acontece.

Ao longo dos anos várias empresas, incluindo algumas bem conhecidas atualmente, tentaram lançar no mercado alguns produtos que, por um motivo ou outro, acabaram por não apelar nas vendas ou levaram a um rápido descontentamento.

Neste artigo iremos deixar alguns produtos que, ao longo dos anos, tiveram uma elevada expectativa antes do lançamento, mas falharam a apelar aos consumidores em geral.

> Samsung Galaxy Note 7 (2016)

samsung note 7

Começamos esta lista com um bem conhecido e ainda relativamente recente: o Samsung Galaxy Note 7.

Apesar de ter recebido um bom feedback sobre a sua câmera de qualidade, S-Pen e funcionalidades únicas, o Galaxy Note 7 foi um total fiasco quando se começou a ver outra funcionalidade desconhecida na altura: explosões.

Vários utilizadores relataram que os seus Galaxy Note 7 estariam a explodir do nada, levando mesmo a alguns incidentes mais graves como pequenos incêndios e queimaduras. Rapidamente se chegou à conclusão que o problema estaria derivado da bateria, o que levou a Samsung a iniciar a recolha de 2.5 milhões de unidades em todo o mundo.

A 10 de Outubro de 2016, a empresa cancelou oficialmente a venda do modelo e anunciou que iria ser descontinuado no dia seguinte.

> Google Glass (2013-14)

google glass

O Google Glass certamente que, na altura do lançamento, estava muito à frente do seu tempo. Este permitia gravar vídeos e tirar fotos, obter informações e até ver vídeos a partir de uma espécie de óculos.

Este até foi bem recebido pelos entusiastas, mas uma grande generalidade da população não pretendia ver a sua privacidade potencialmente invadida com estes equipamentos, tendo levado a que vários locais – incluindo bares, restaurantes e centros comerciais – começassem a banir o equipamento das suas instalações.

Além disso, o número limitado de unidades disponíveis para venda e o preço elevado de 1500 dólares, conjugando com uma bateria de fraca autonomia e uma interface confusa, levaram a que o equipamento fosse descontinuado poucos meses depois do lançamento oficial.

> Google Nexus Q (2012)

google nexus q

O Nexus Q foi apresentado durante o evento Google I/O de 2012. Este prometia ser um centro multimédia, ou mesmo um rival para o Apple TV, mas nem chegou a ser lançado.

Apenas quem assistiu ao evento Google I/O desse ano teve oportunidade de levar um destes modelos para casa. Quem realizou a pré-encomenda do mesmo também o recebeu de forma gratuita, mas mais nenhuma unidade foi colocada à venda.

Em parte, o fracasso deve-se às funcionalidades limitadas do equipamento. Este não permitia o suporte a aplicações externas, como o Netflix, suportando apenas os serviços da própria Google. Um mau feedback por parte da imprensa também afastou muitos potenciais comprados antes sequer do produto se encontrar nas lojas (algo que nunca chegou a acontecer).

Porém, a Google parece ter aprendido a lição, tendo lançado poucos anos depois o ChromeCast, este sim com sucesso.

> Nintendo Virtual Boy (1995)

nintendo virtual boy

A Realidade virtual está em alta nos dias de hoje, mas muito antes de toda esta popularidade, a Nintendo já tinha tentado entrar neste sector em 1995, ou pelo menos era o que se esperava.

Em 1995 a Nintendo lançou o Virtual Boy, que seria considerado uma espécie de realidade virtual e prometia aos jogadores ambientes mais envolventes para os jogos. No entanto, um tamanho elevado e difícil de utilizar, além de ser necessário pausas a cada 15 minutos para evitar enjoos, levaram a que apenas 770,000 fossem vendidas.

> Amazon Fire Phone (2014)

amazon fire phone

A Amazon é bem conhecida pela sua linha de tablets e ebooks relativamente aceitáveis. Então fazia apenas sentido que a empresa fosse apostar também em smartphones, certo?

Bom, esta pode ter sido a ideia da Amazon em 2014, mas acabou por se revelar um desastre. O Amazon Fire Phone prometia um elevado desempenho e tinha algumas inovações para a altura, como o ecrã 3D.

No entanto, um design estranho, interface complicada de utilizar e poucas aplicações disponíveis levaram a que o equipamento fosse rapidamente descontinuado.

> Nokia N-Gage (2003)

nokia n-gage

A Nokia pode estar a voltar ao mercado, e o sucesso no passado do 3310 não deixa de ser impressionante (o nome ainda está bem establecido nos dias de hoje). No entanto, nem todo o caminho foi sempre de sucesso para a marca.

Em 2003 a empresa lançou o que prometia ser um “telemóvel para gaming”, numa altura em que os smartphones ainda não eram uma realidade. O Nokia N-Gage combinava um telemóvel com consola de jogos portátil.

No entanto, o design mal concebido, um preço elevado para a altura e a fraca disponibilidade de jogos levaram a que não fosse realmente um atrativo para os consumidores. A empresa ainda lançou uma segunda versão, que corrigia alguns problemas do modelo anterior, mas já seria tarde demais para apelar aos consumidores.

> MSN Direct Smart Watches (2004)

MSN Direct

Na europa, o MSN Direct Smart Watches pode não ter recebido muita atenção. Mas nos EUA era algo que prometia revolucionar o futuro. Esta espécie de smartwatch da Microsoft, lançado em 2004, estava bastante à frente do seu tempo – ainda mais tendo em conta a popularidade atual deste mercado.

O MSN Direct Smart Watches permitia, por aproximadamente 9 dólares por mês, o acesso a diversos conteúdos diretamente do pulso, como a rádio FM, noticias, estado do tempo, entre outros.

No entanto, numa altura em que os smartphones já forneciam isso e muito mais (de forma gratuita), o serviço acabou por não receber uma grande atenção dos consumidores, tendo sido rapidamente descontinuado.

> Microsoft Zune (2006)

microsoft zune

Na esperança de lançar uma alternativa ao popular iPod da Apple, a Microsoft lançou em 2006 o Zune.

Apesar de contar com uma interface atrativa, esta não foi suficiente para ultrapassar a popularidade da Apple no mercado. O equipamento ainda recebeu mais quatro gerações, antes de ser totalmente descontinuado em 2011, com o serviço de streaming a funcionar durante os quatro anos seguintes.

Ainda chegou a comprar algum dos itens nesta lista? Ou possui uma sugestão para outros?

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Smart TV vs TV Box – Qual escolher?

smart tv vs tv box

Num mercado em que cada vez mais surgem equipamentos “smart”, as TV’s são agora também cada vez mais inteligentes. Capazes de se ligarem à Internet e acederem a um vasto conjunto de funcionalidades e aplicações.

No entanto, muitos utilizadores ainda possuem uma duvida no momento de comprar uma nova TV. Será mais vantajoso adquirir uma Smart TV ou uma TV+Box TV?

Para responder a esta pergunta necessitamos primeiro de conhecer o conceito de cada uma.

smart tv

A SmartTV é composta por equipamentos que permitam o acesso a um vasto conjunto de funcionalidades adicionais, e que na maioria das vezes apenas se encontrava em computadores pessoais. Isto inclui suporte de ligação à Internet, instalação de aplicativos, acesso a conteúdos digitais, entre outros.

No entanto, uma smart TV não presente ser um substituto de um computador, mas sim um complemento para atividades de entretenimento.

tv box

Por sua vez, as TV Box são pequenos equipamentos independentes da TV, que permitem realizar as mesmas ações que uma Smart TV mas normalmente possuem menos restrições, hardware dedicado e uma vasta personalização. Apesar de poderem contar com sistemas próprios, a grande maioria utiliza como base o sistema Android, o que garante uma vasta compatibilidade com aplicações, jogos e conteúdos multimédia disponíveis na loja da Google Play.

> Quais as vantagens de uma Smart TV?

Em base, a Smart TV apresenta um conceito de simplicidade. O utilizador não necessita de realizar muitas configurações para poder aceder aos conteúdos pelo equipamento. Além disso, uma vez que contam com software dedicado, são muitas vezes mais estáveis e de maior desempenho final, além de garantirem uma maior compatibilidade com outros equipamentos.

smart tv

Como desvantagem principal encontra-se a pouca personalização que a maioria dos fabricantes fornece e o preço ainda consideravelmente elevado. Um conjunto de smart tv poderá ser bastante mais caro do que utilizar uma TV Box com um televisor regular.

Além disso, caso possua outros equipamentos da mesma fabricante da Smart TV, é possível que a compatibilidade entre equipamentos seja maior e exija menos esforço de utilização.

> Quais as vantagens de uma TV Box?

A TV Box é basicamente um pequeno computador multimédia. Além de permitir um mais vasto conjunto de funcionalidades, o hardware dedicado também garante um desempenho (normalmente) superior ao de uma smart tv. A personalização será outra vantagem, com a capacidade de usufruir da totalidade do sistema para tarefas que vão além de ver filmes e música – incluindo jogos, aplicações de produtividade, entre outras.

tv box

Por fim, a TV Box pode ser instalada facilmente em qualquer televisão, mesmo que esta não seja uma smart TV. A compatibilidade neste aspeto tornam o sistema perfeito para quem pretenda alternar entre televisões ou pretenda sempre ter um equipamento multimédia disponível para qualquer TV.

No entanto, como desvantagem, encontra-se o facto de ser necessário adicionar mais um comando além do da TV, e de na grande maioria dos casos as Boxes necessitarem de uma rede wifi de elevado desempenho, com vista a garantir uma boa experiência de streaming dos conteúdos.

Algo que também poderá ser considerado uma desvantagem encontra-se sobre a vasta gama de equipamentos disponíveis e o ritmo de atualização dos mesmos. Uma vez que existem vários equipamentos no mercado, novos utilizadores podem ter dificuldade em encontrar o melhor modelo para o orçamento que possuam.

> Então qual é a melhor para mim?

Esta questão varia consoante o utilizador.

Para quem prefira uma solução “pronta a utilizar”, e não se importe de pagar um pouco mais por isso, as Smart TV serão uma escolha mais acertada. Com um sistema simples, qualquer utilizador poderá começar a usufruir dos conteúdos rapidamente e sem grandes configurações, o que torna o sistema bastante mais simples de utilizar para quem tenha algumas dificuldades no processo.

controlo remoto

Por sua vez, se é um utilizador que pretende aceder a uma mais vasta gama de serviços e aplicações, de personalizar o sistema ou apenas pretende um equipamento de elevado desempenho para multimédia/streaming, as TV Box poderão ser uma escolha mais acertada.

Deverá ter é atenção no momento da escolha da sua Box. Cada marca possui as suas próprias características, e, com a vasta gama de equipamentos no mercado, poderá ser difícil encontrar o modelo correto ou mais acertado para o preço. Se possível tenha sempre em conta o feedback de outros utilizadores sobre o produto. E, obviamente, poderá sempre utilizar o TugaTech para receber ajuda da comunidade.

Possui uma Smart TV ou TV Box?

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É seguro utilizar um carregador diferente do original num portátil?

carregador de portátil

Um dos itens fundamentais para qualquer utilizador de um portátil encontra-se no carregador do mesmo. Afinal, sem este, não irá conseguir ter a bateria necessária para o utilizar. No entanto, nem sempre nos lembramos de o levar e ficamos assim com duas hipóteses: ou não utilizamos o portátil quando a bateria acabar ou temos de pedir um carregador emprestado a amigos ou familiares.

Supondo que não quer ficar offline, a segunda via será certamente a melhor escolha. Mas será a mais correcta?

Em resposta curta: não. Nunca deve utilizar um carregador que não tenha sido criado especificamente para o modelo do seu portátil. Arriscar-se neste jogo pode levar a problemas na bateria ou, em casos mais graves, à falha catastrófica da mesma. Vamos analisar em mais detalhe os motivos principais.

> Requisitos de energia

Todos os portáteis são criados de forma diferente, e uns possuem mais requisitos em nível de energia do que outros. Veja-se o exemplo de portáteis destinados a jogos, que necessitam de um volume consideravelmente superior de energia do que um portátil destinado apenas a produtividade pessoal.

Utilizar um carregador que não forneça energia suficiente, ou por outro lado que forneça demasiada, pode levar a graves problemas com a bateria ou até com componentes internos do mesmo.

A falha pode ocorrer imediatamente ou apenas a longo prazo, mas se costuma realizar a pratica com frequência, está a arriscar cada vez mais. Normalmente, a principal falha inicial que se verifica encontra-se na impossibilidade de carregar o sistema normalmente.

> Hardware Proprietário

carregador asus

Certos portáteis possuem componentes específicos destinados ao carregamento, e o mesmo se aplica também aos carregadores. Misturar o carregador de uma marca, ou até mesmo de um modelo diferente de um portátil pode fazer com que este não funcione como esperado e cause problemas no carregamento ou na bateria.

Até pode utilizar um carregador diferente do original para o modelo do portátil, e este aparentar funcionar corretamente, mas a longo prazo pode estar a causar graves danos na bateria ou na sua autonomia.

> Cópias baratas

Uma das opções quando o carregador original se perde ou fica danificado passa pela compra de um carregador alternativo. Normalmente os carregadores originais possuem preços elevados, pelo que muitos preferem optar por carregadores “universais” mais baratos.

No entanto, isto também pode trazer graves consequências para o portátil. Apesar de todo o material de marketing que estes tipos de carregadores possam apresentar, a verdade é que não possuem certificações da marca para serem utilizados, pelo que nunca se sabe quais os efeitos que terão na bateria e componentes.

Sempre que possível o melhor passa por investir mais um pouco num carregador original e que saiba ser destinado para o seu modelo, invés de investir num modelo mais barato e arriscar-se a ficar permanentemente sem o portátil.

> Macbooks

carregador da apple antigo

A única exceção a todas as anteriores regras dos carregadores encontra-se na linha de Macbooks da Apple. Tendo em conta que todos os modelos da linha possuem praticamente os mesmos requisitos energéticos, e são todos fabricados pela mesma empresa, provavelmente não terá qualquer problema em utilizar um carregador diferente ao originalmente enviado com o sistema.

No entanto, de notar que a regra sobre as “Cópias baratas” ainda permanece ativa neste caso. Nunca deverá utilizar um carregador não oficial da Apple com qualquer um dos seus sistemas, o que será considerado mesmo uma violação da garantia e pode impedir reparações futuras.

Burn-in do monitor – Como evitar e resolver

burnin monitor ecrã como resolver

Por muito que a tecnologia evolua, os problemas são algo que irá sempre existir. Nenhum equipamento está livre de passar por algum problema durante o seu período de vida útil, e os monitores não são exceção.

Um dos problemas mais comuns nos monitores é o “burn-in”. Este problema não é propriamente recente, sendo que existe desde os antigos monitores CRT.

Basicamente, o burn-in consiste numa imagem que fica “queimada” no ecrã, no que aparenta tratar-se de uma imagem fantasma. O mesmo ocorre quando uma determinada imagem fixa é apresentada no ecrã durante um longo período de tempo. Isto ocorre devido

Um dos exemplos mais comuns onde ocorre este efeito é sobre jogos. A grande maioria dos jogos possuem elementos fixos da interface, os quais podem permanecer durante várias horas no mesmo zona do ecrã. Quanto mais tempo um item permanece “fixo” no ecrã, maior a probabilidade de ocorrer o efeito e com maior gravidade.

burn-in

Nos antigos monitores CRT existia uma maior probabilidade de burn-in permanente de imagens no ecrã, porém, em monitores com tecnologias modernas, esta situação é mais rara de ocorrer. Apesar de ainda ser possível que um monitor fique permanentemente marcado com a imagem, o burn-in costuma ser um problema temporário, o qual pode ser resolvido com a ajuda de programas específicos ou simplesmente com o passar do tempo.

burnin lcd

Além disso, certas tecnologias são mais propicias ao efeito que outras. O IPS, como exemplo, é uma das que é menos propicia a sofrer o efeito ao longo do tempo, enquanto que o OLED e Plasma costuma ser mais rápidos a desenvolver o efeito. Mas a realidade é que qualquer monitor pode enfrentar o problema…

De sublinhar também que este problema não é especifico apenas de monitores para computadores. Qualquer ecrã pode sofrer de burn-in, incluindo smartphones, tablets, portáteis, TV, entre outros.

> Como evitar o burn-in?

Ainda se recorda de quando os sistemas operativos destacavam bem os seus protectores de ecrã? A sua função não era apenas embelezar o ecrã, mas sim prevenir situações de burn-in, com a utilização de imagens animadas pelo ecrã quando este não estava em uso.

screensaver windows

Porém, devido à evolução nas tecnologias do ecrã, atualmente existe menos probabilidade de um burn-in permanente, pelo que o uso de screensavers nem sempre é necessário. Mas a melhor forma de prevenir o efeito passa por configurar o sistema operativo para desligar o monitor depois de um certo tempo sem uso.

Além de poupar energia, esta medida irá prevenir que ocorra o burn-in de uma imagem fixa e também pode ajudar a prolongar a vida útil do ecrã, reduzindo o desgaste da luz de fundo em alguns ecrãs LCD.

desativar ecrã windows

No caso de smartphones, este problema pode ser mais complicado. Certos elementos da interface costumam permanecer fixos durante a maioria do tempo, como é o caso da barra de notificações.

Felizmente, a maioria dos fabricantes implementam técnicas para prevenir esta situação, como a alternância de pixéis no ecrã, pelo que as situações onde ocorrem são extremamente raras. Como exemplo, o iPhone X e a inteira linha do Samsung Galaxy alternam os pixéis do ecrã a cada minuto, sem que este processo seja visível para os olhos humanos, prevenindo assim a imagem fixa. No geral, será extremamente raro ocorrer um caso de burn-in em smartphones.

> Como resolver?

Se o seu monitor está com uma marca de burn-in, felizmente os passos para resolver costumam ser relativamente simples. Antes de mais, comece por desligar o monitor durante algum tempo. Na maioria dos casos o efeito desaparece ao fim de algumas horas com o monitor desligado.

Caso desligar o ecrã não resolva, então é altura de passar à utilização de programas específicos. Um dos métodos mais comuns passa por colocar o ecrã com uma imagem branca a cobrir a totalidade do ecrã por várias horas.

Este processo pode ajudar a reduzir a visibilidade do efeito ou até a solucionar o mesmo por completo. Mas é importante que a imagem fixa no ecrã seja totalmente branca (deixamos aqui um exemplo que pode utilizar) e cubra a totalidade do espaço disponível, ou poderá piorar a situação. Outra medida passa pela utilização de imagens rotativas (não fixas). No Youtube é possível encontrar diversos vídeos para este fim.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=XAtNQntfXow]

> Conclusão

No geral, e a menos que esteja a utilizar um antigo monitor CRT, o burn-in não é um problema permanente. Com alguns cuidados é possível prevenir o mesmo, e caso aconteça, a situação é rara de ser permanente.

Mantenha o ecrã desligado quando não o estiver a utilizar e deverá ser suficiente para prevenir e resolver estes casos.

Já alguma vez sofreu deste problema com o seu monitor? E como resolveu?

Partilhe a sua experiência nos comentários.

Doogee S50 – Robusto, a preço acessível [Análise TT]

doogee s50

O mercado dos smartphones encontra-se cada vez mais competitivo, e algumas marcas chinesas ainda continuam a tentar apostar em equipamentos que atraiam os consumidores. A Doogee pode não ter uma grande popularidade em vários mercados, mas é bem conhecida pelos seus smartphones de qualidade.

Hoje o TugaTech vai analisar a sua mais recente aposta para o mercado: o Doogee S50. Depois do lançamento do S60, o novo S50 continua a ser um smartphone premium destinado aos utilizadores que pretendam proteção e garantias de durabilidade, sendo especialmente desenvolvido para os ambientes onde smartphones regulares não aguentariam. Apenas pelo design agressivo, isso é bem visível, mas durabilidade e resistência são os dois pontos chave deste modelo.

Um agradecimento especial à loja eFox pela disponibilização do equipamento para teste.

> Design

O S50 conta com uma estrutura rígida em plástico, garantindo-lhe proteção contra choques, água e diferenças extremas de temperatura. A estrutura é composta sobretudo por TPU e poli-carbonato, juntamente com algumas partes em metal. Toda a estrutura encontra-se em tons pretos, exceto as riscas no topo e lateral do ecrã em tons cor de laranja.

doogee s50 frente

No momento em que as margens do ecrã estão a ser cada vez mais reduzidas, o S50 conta com umas grandes, o que em parte se deve à sua própria estrutura rígida. Os botões capacitivos no fundo do ecrã podem não ser muito visíveis, mas funcionam como esperado.

doogee s50 traseira

A empresa optou ainda por utilizar um ecrã LCD no formato 18:9, o qual conta ainda com duas câmaras frontais. O dispositivo conta com proteção IP68, o que lhe garante proteção contra a submersão em água, no entanto é possível ainda encontrar na estrutura as entradas Micro-USB e de 3.5mm, ambas cobertas por uma patilha de segurança para prevenir a entrada de líquidos.

doogee s50 entrada usb

doogee s50 lateral

Por fim, encontramos ainda na estrutura a entrada para dois cartões SIM, o botão Power, botões de volume, e um botão programável na lateral. Na parte traseira encontra-se as saídas de som, o leitor de impressões digitais e o sistema de duas câmaras com flash LED.

doogee s50 câmara traseira

Em nível de design, não se espera outra coisa de um smartphone com promessas de resistir a “quase tudo” do dia a dia. Pode não ser o mais atrativo ao olhar ou o equipamento mais fácil de se utilizar nas mãos, mas faz o prometido sem destronar um design agressivo e promissor.

A empresa garante que a durabilidade é um dos pontos fundamentais para o S50, e segundo alguns testes que foram realizados isso é bem visível. Nem mesmo com uma queda de elevadas alturas ou um carro a passar por cima do equipamento parecem afetar a sua usabilidade.

 

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=5mmd_hqjRkY]

> Características

Este modelo conta com um processador Mediatek Helio P23 MT6763, GPU Mali-G71, 6GB de RAM, uns espantosos 128GB de armazenamento interno, ecrã de 5.7 polegadas, uma bateria de 5180 mAh, duas câmaras traseiras de 16MP+13MP e duas frontais de 16MP+8MP.

Este conta ainda com certificação IP68, que lhe garante proteção contra choques, submersão em água e exposição prolongada a pó. De fábrica o equipamento conta ainda com o Android 7.1.1, que não sendo a versão mais recente do Android, ainda se encontra aceitável – embora seja de duvidar que venha a receber atualizações no futuro.

câmaras frontais doogee s50

A bateria de 5180 mAh é sem duvida um grande destaque, fornecendo uma autonomia acima da média, conjugando ainda com os 128 GB de armazenamento interno, que serão mais do que suficientes para guardar tudo o que necessite. Porém, a bateria conta apenas comum sistema de carregamento 5V2A, não tendo portanto tecnologia de carregamento rápido (Fast charging). Se necessitar de mais espaço para armazenamento, é também possível utilizar uma das entradas do cartão SIM para utilização com um cartão MicroSD.

As câmaras totalizam 53MP, o que será sem duvida apreciado em conjugação com a Doogee a afirmar que as câmaras frontais possuem um angulo de captura na casa dos 130º.

O ecrã de 5.7 polegadas LCD IPS possui uma resolução de 1440 x 720px, o que não sendo a maior qualidade no mercado, é suficiente para uma boa visualização dos conteúdos apresentados.

> Desempenho e utilização

Apesar de contar com um Mediatek Helio P23, o desempenho geral do S50 encontra-se aproximado ao que seria de esperar num smartphone desta gama. Unicamente nos testes de desempenho gráfico é que se verifica alguns valores reduzidos, como é o caso do 3DMark Slingshot, mas no desempenho para utilização geral este será certamente aceitável para a grande maioria das aplicações.

teste geekbench

3dmark

benchmark doogee s50

benchmark leitura escrita s50

Com os gráficos demonstram, não deverão ser verificados problemas para as atividades do dia a dia. Certamente não será o melhor equipamento para jogos mais exigentes, mas não serão verificados acessos lentos em aplicações como redes sociais e afins.

Os 6GB de RAM também deixam espaço para multi-tasking, juntamente com os 128GB de armazenamento expansível por cartões SD.

A nível do ecrã, o S50 disponibiliza cores vibrantes e uma boa visibilidade, mesmo sobre luz direta do sol. Porém, devido à camada protetora existente no ecrã, será de esperar um acumular de impressões digitais e manchas. Os 282 pixéis por polegada não é exatamente um valor que agrade para uma imagem nítida, porém serão certamente aceitáveis para um equipamento dentro desta gama de preços, e mesmo assim não verificamos nenhum problema na utilização de apps regulares, com o texto a ser bem visível.

A nível da bateria, os 5180 mAh não deixam margem para dúvidas que não terá problemas de autonomia. Não é difícil ultrapassar os dois dias de autonomia com uma utilização ligeira, e mesmo os utilizadores que costumem jogar ou utilizar intensivamente as redes sociais não devem ter problemas em passar um dia e meio sem carregar.

Sem duvida, a bateria será um dos principais atrativos caso esteja à procura de uma solução robusta sem comprometer o tempo de utilização.

> Câmara

A câmara é um dos pontos fundamentais para muitos utilizadores, e com as duas frontais e duas traseiras existentes no S50, a promessa da Doogee passa por fornecer qualidade.

Nos nossos testes verificamos que as fotos são aceitáveis sobre ambientes com boa luminosidade. Porém, em ambientes com pouca luz, as imagens acabam por se tornar demasiado granuladas e sem cor.

doogee s50 foto 1

doogee s50 foto 2

Para a qualidade dos sensores e o número dos MP, seria de esperar algo superior. O contraste das imagens é baixo e as cores deixa algo a desejar, afastando o destaque para muitos utilizadores mais exigentes. Porém, para umas fotos do dia a dia, será certamente aceitável e não se deverá verificar grandes problemas.

Em condições ideais, o S50 é capaz de capturar fotos de boa qualidade para partilha nas redes sociais, mas não se espera algo da qualidade de outros smartphones de topo no mercado.

doogee s50 foto 3

A câmara possui também diferentes modos de captura. Uma vez que utiliza dois sensores tanto para as câmaras traseiras como frontais, seria de esperar o conhecido efeito de desfoque do fundo, o qual existe sobre a aplicação com o nome “boken”. No entanto verificamos que o efeito aplicado é artificial, sendo apenas um desfoque automático aplicado sobre o software nas bordas da imagem, deixando o destaque no centro.

Na verdade, não é claro qual o efeito das segundas câmaras por parte da Doogee. Nos nossos testes não conseguimos identificar nenhum modo onde estas sejam utilizadas de forma direta, apesar de existirem diferentes modos de captura. O segundo sensor poderia ser aproveitado captura de imagens com um ângulo superior, mas novamente não verificamos essa função dentro da aplicação nativa da câmara.

Ao cobrir a segunda lente com um pedaço de plástico escuro também não verificamos qualquer diferença na qualidade das fotos e vídeos. Isto leva-nos a concluir de que este segundo sensor poderá não ter grande impacto nos conteúdos capturados, se é que realmente é uma câmara. No passado já tínhamos verificado que alguns fabricantes possuem a prática de incluir um segundo sensor falso nos equipamentos, para efeitos de marketing, algo que apenas poderia ser verificado com a abertura do equipamento. Não indicando que seja este o caso, tendo em conta que a Doogee possui uma reputação aceitável, os nossos testes indicam que não existe qualquer impacto na utilização do segundo sensor.

No que respeita a vídeos, o S50 consegue fornecer uma boa qualidade de gravação, tanto na câmara traseira como frontal. No entanto, a falta de estabilização ótica deixa uma grande margem para vídeos com tremores. Tal como nas fotos, a qualidade dos vídeos é maior sobre ambientes com boa luz.

[youtube https://www.youtube.com/watch?v=L2dUsqBqqYg]

No geral, tanto em fotos como em vídeos verifica-se que o S50 consegue capturar imagens de boa qualidade final. Porém, peca em ambientes com pouca luz e a falta de estabilização ótica será certamente notável nos vídeos, sobretudo de cenas rápidas. A focagem em vídeos também não é perfeita, e sobre alguns casos poderá resultar numa qualidade visual negativa.

> Pontos negativos

Apesar de o S50 ser bastante atrativo, ainda assim possui alguns pontos negativos a ter em conta.

Em primeiro lugar possui apenas disponível o Android 7.1.1 – sem previsões oficiais que seja disponibilizada uma versão mais recente. Isto por si só não será um grave problema, porém é sempre de esperar uma disponibilidade limitada de atualizações no que respeita a smartphones chineses. A falta de alguns recursos do Android 8 será certamente notável por alguns utilizadores.

Outro ponto negativo encontra-se na falta de ligações USB-C – úteis sobretudo a pensar na resistência e proteção contra água – e na falta de suporte a carregamento rápido. Numa altura em que a maioria dos smartphones, mesmo os de entrada de gama, contam com estas duas vertentes, a falta das mesmas no S50 será negativa.

Por fim, a falta de estabilização ótica de imagem nas câmaras tornam o equipamento algo básico para gravação de vídeo quando não se utilize algo para estabilizar a gravação (por exemplo, colocar o equipamento sobre um tripé ou algo fixo). A utilização das duas câmaras não é exatamente explicita, com o segundo sensor a não aparentar fazer qualquer tarefa na qualidade final dos conteúdos, tanto em fotos como em vídeos e para ambos os sensores frontais e traseiros.

> Disponibilidade e Preço

O Doogee S50 encontra-se disponível a partir de 200 euros na loja da eFox, com entrega em Portugal (e acrescentando os custos de envio e possíveis custos da alfandega). Existem duas variantes de 64GB e 128GB de armazenamento interno:

> Resumo final

Dentro do mercado dos smartphones de elevada durabilidade, o Doogee S50 destaca-se por fornecer boas características dentro de um preço aceitavel. Certamente não será um flagship e tão pouco um equipamento para utilizadores exigentes, mas fornece uma boa expriencia de utilização para os utilizadores comum.

A larga autonomia e o espaço para armazenamento são dois dos pontos mais atraentes para este modelo. A qualidade das câmaras deixa, no entanto, a desejar. A implementação dos dois sensores fica longe do que pode ser encontrado em outros modelos da mesma gama.

Mas é um pequeno preço a pagar por um equipamento duradouro e resistente.

Diferenças entre Mi Band 3 vs Mi Band 2

xiaomi mi band 2 vs 3

A Mi Band 3 da Xiaomi não é um pedaço de tecnologia recente no mercado, tendo sido lançado em Maio de 2018. No entanto, para muitos utilizadores ainda existe uma dúvida pertinente: qual a diferença entre a Mi Band 3 e a Mi Band 2?

O preço entre os dois modelos pode acabar por ser relativamente similar, mas existem algumas diferenças que deve ter em conta quando estiver a optar por um ou outro modelo, vendo se compensa o investimento extra pelo modelo mais recente.

Vamos analisar cada um dos pontos de diferença entre os dois modelos, começando pelo design.

– Design

mi band 3

O design de ambos os modelos são relativamente similares. Ambos contam com uma pulseira de silicone e ambos contam com um painel frontal de vidro e ecrã. O peso de ambas também é bastante similar, com a Band 3 a pesar 8.5 gramas e a Band 2 apenas 7 gramas. No final, nem irá verificar diferenças entre ambas neste aspeto.

A principal diferença encontra-se a nível da Mi Band 3, que possui umas bordas arredondadas sobre o ecrã, enquanto a Mi Band 2 mantém um design mais simples e linear.

– Ecrã

Este será o principal ponto onde a Mi Band 3 é superior ao modelo mais antigo. A Band 3 conta com um ecrã PMOLED de 0.78 polegadas, enquanto a Band 2 possui um ecrã de 0.42 polegadas OLED.

O ecrã da Mi Band 3 permite apresentar um conjunto mais alargado de texto, sobre uma resolução de 193 ppi. Por exemplo, é possível receber pequenas mensagens de notificação com um máximo de 24 caracteres no ecrã. Além disso, esta possui melhorias em nível de luminosidade, sobretudo em luz solar direta.

Por fim, trata-se também de um ecrã touch, que permite mais facilidade da interacção com o dispositivo invés de se utilizar apenas o botão principal

– Resistência à água

mi band 3 resistência agua

A resistência a água será outra vantagem da Mi Band 3, que garante uma resistência a um total de 5 ATM – o aproximado a 50 metros de profundidade. A Mi Band 2, por outro lado, possui certificação IP67, o que lhe garante uma resistência de 30 minutos sobre um metro de água.

A Band 2 pode ser utilizada em pequenas atividades físicas, mas não conta com uma proteção adequada para utilização regular em ambientes de água ou onde seja necessário permanecer durante um período mais extenso de tempo – como, por exemplo, em atividades de natação.

– Bateria

A bateria da Mi Band 3 permite garantir uma maior autonomia em comparação com o modelo anterior, sendo de maior capacidade final. Esta possui uma bateria de 110 mAh que lhe garante uma autonomia em standby superior a 20 dias.

Por outro lado, a Band 2 conta com uma bateria de 70 mAh, que apesar de boa, apenas garante uma autonomia máxima inferior a 20 dias.

Portanto, colocando todos os pontos em resumo…

> Razões para comprar a Mi Band 3

– Ecrã de maiores dimensões, mais brilhante e com suporte a touch.

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Compensa comprar uma gráfica com suporte a ray-tracing?

nvidia RTX

Com a chegada ao mercado das novas gráficas Nvidia RTX, a marca apostou fortemente na nova tecnologia ray-tracing. Esta tecnologia permite obter um considerável aumento de detalhes a nível da luz e sombras em videojogos compatíveis.

No entanto, apenas as placas RTX da Nvidia contam com suporte a esta tecnologia, e o preço das mesmas deixa muito a desejar para a maioria dos consumidores. Com isto muitos levantam a questão: compensa investir numa gráfica com suporte a ray-tracing?

O preço será um dos principais pontos a ter em consideração. As novas RTX 2060 encontram-se no mercado a partir dos 349 dólares, com o modelo 2080 a atingir os 800 dólares, e certamente que são duas placas longe dos bolsos de muitos utilizadores.

Apesar de serem uma inovação face aos modelos anteriores, o preço é consideravelmente superior ao que se verificou no lançamento das GTX 1060 ou 1080, com o desempenho final a ser apenas entre 10 a 30% superior ao destes modelos – segundo os dados da própria Nvidia.

Um dos exemplos mais visíveis encontra-se no jogo “Shadow of the Tomb”, demonstrado em várias ocasiões como referência para o desempenho. Com uma RTX 2080, em resolução 1440p e os gráficos em “Alto”, é possível obter entre 80-90 FPS. Por sua vez, com as GTX 1080 o valor encontra-se entre os 60-70 FPS. Sem duvida que existe um aumento no desempenho final dos jogos, mas não será algo elevado.

O valor destas placas será sobretudo para uma funcionalidade: o Ray-tracing.

> Suporte ao Ray-tracing?

 

O Ray-tracing garante melhorias a nível dos reflexos, sombras e outros detalhes nos jogos, o que garante um efeito mais realista dos mesmos e torna a experiência muito mais atrativa. No entanto, existe um grande senão sobre este ponto: o suporte à tecnologia por parte dos videojogos.

Ray-tracing

O Ray-tracing apenas pode ser aproveitado por jogos que sejam desenvolvidos ou adaptados para utilizar a tecnologia. Se o título não possuir suporte ao Ray-tracing, não irá utilizar de todo o mesmo. No entanto, atualmente existe apenas um jogo com suporte ao mesmo: Battlefield V.

Espera-se que o Shadow of the Tomb Raider também venha a suportar a tecnologia, mas ainda não se encontra disponível. Além disso, quase seis meses depois das RTX terem sido apresentadas, ainda não surgiu no mercado nenhum outro título com suporte ao Ray-tracing.

> Ray-tracing é a única vantagem?

 

O Ray-tracing não será a única vantagem destas placas, com a Nvidia a apontar também a tecnologia DLSS existente nas RTX. Esta tecnologia permite melhorar algumas bordas em objetos em jogo, tornando os mesmos mais suaves e aumentando o realismo dos mesmos.

Novamente, esta tecnologia apenas existe nas gráficas RTX, mas apenas é utilizada nos jogos que a suportam – que mais uma vez será apenas o Battlefield V.

ray-tracing sombras

Ou seja, no estado atual do mercado, a única vantagem em adquirir as placas RTX encontra-se para quem pretenda obter o máximo de qualidade num jogo: Battlefield V. Pode-se dizer que também estaria preparado para o futuro, mas o mais provável será que, quando forem lançados novos títulos com suporte à tecnologia, o preço das placas tenha caído consideravelmente.

> E a AMD?

 

A piorar a situação, também se espera que a AMD venha a lançar a sua própria tecnologia de Ray-tracing, sobre futuras gráficas da linha Radeon. Isto será algo bastante provável de acontecer, mas que acarta também outros problemas.

Se tanto a AMD como a Nvidia disponibilizam as suas próprias tecnologias de Ray-tracing, e cada jogo necessita de ser adaptado às mesmas, coloca-se uma pressão adicional tanto para as editoras como para os consumidores.

amd radeon ray tracing

É improvável que uma editora venha a dispensar o tempo e custo necessário para adaptar um jogo a ambas as tecnologias, e a maioria poderá optar por não apostar na mesma de todo – optando invés disso em melhorar os motores gráficos dos títulos. Isto pode levar a que não apareçam muitos títulos com suporte às tecnologias.

Já os consumidores terão dificuldade em escolher a tecnologia certa para os seus sistemas, e poderão ficar limitados sobre os títulos que suportam ou não a mesma, com base nas suas escolhas de gráficas.

Isto não seria algo novo. A Nvidia também tentou, no passado, lançar a sua tecnologia PhysX com a promessa de melhorias a nível da física em jogos. Apesar de ter tido relativo sucesso, e de chegar a ser implementado em algumas consolas, a tecnologia nunca arrancou de forma expressiva no mercado doméstico – sobretudo pela necessidade de uma placa adicional no sistema e do custo mais elevado. Além disso, apenas títulos com suporte à tecnologia eram capazes de aproveitar a mesma – algo, novamente, bastante limitado.

> Questão principal: compensa comprar uma RTX?

 

Será algo que varia consoante o consumidor. Se pretende estar a par das últimas tecnologias, e obter o máximo de desempenho possível, além de ter o orçamento para tal, então a compra de uma RTX será certamente vantajosa – nem que seja para ficar preparado para o futuro.

No entanto, se o orçamento é mais limitado, ou não considera que a qualidade gráfica seja um dos principais pontos a ter em conta num jogo, então talvez seja melhor optar por um modelo mais antigo e mais barato. Não irá perder nada e sempre poupa algum dinheiro para investir noutros lugares.

Mas qual é a sua opinião? Considera o Ray-tracing algo necessário?

Deixe a sua opinião nos comentários.

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